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Confira os países do G20 que cobram impostos de importação para compras de até US$ 50

Imposto de importação em compras internacionais de até US$ 50: confira quais países do G20 cobram o tributo!

No Brasil, uma recente movimentação parlamentar gerou debates acalorados. A Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que define a alíquota de 20% sobre produtos importados até o limite de US$ 50, um projeto popularmente chamado de “taxação das blusinhas”.

Assim, a tributação sobre essas compras pode ser um ponto crítico para muitos países do G20, o grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo. De acordo com dados da Global Express Association, oito nações do G20 implementam uma taxa para importações que não ultrapassam US$ 50. Veja mais detalhes!

Imposto de importação para compras internacionais de até US$ 50

Portanto, entre os países do G20 que cobram o imposto para importações de até US$ 50 estão: 

  • Argentina;
  • África do Sul;
  • Canadá;
  • China;
  • Índia;
  • Indonésia;
  • Rússia; e 
  • Turquia.

No entanto, até o momento, os seguintes países não cobram taxas para este tipo de compra: Alemanha, Austrália, Arábia Saudita, Brasil, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México e Reino Unido. Segundo as diretrizes, os países membros do G20 podem cobrar imposto de importação para compras internacionais, inclusive para pequenas quantias.

Em cima de um teclado, miniatura de carrinho de compras com pequenas caixas de papelão taxação compras internacionais
Imagem: William Potter / shutterstock.com

“Taxação das blusinhas”

Contudo, a reação à proposta de “taxação das blusinhas” não foi unânime. O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) encontrou pontos positivos, ainda que considere a alíquota de 20% baixa comparada aos antigos 60%. 

Vandermir Francesconi Júnior, presidente em exercício do Ciesp, afirmou à CNN que o objetivo não é proteger desmedidamente a indústria nacional, mas buscar uma isonomia na competição com indústrias internacionais.

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Por outro lado, a Proteste, associação em defesa do consumidor, argumenta contra a nova tarifa. Henrique Lian, diretor-executivo da entidade, apontou à CNN que a taxação pode apenas penalizar os consumidores, elevando preços sem necessariamente garantir uma modernização ou aumento de competitividade das grandes corporações nacionais e transnacionais.

Imagem: William Potter / shutterstock.com