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Conflito em Israel faz com que empresas famosas fechem suas lojas

Após estouraram os conflitos em Israel, diversas lojas famosas decidiram interromper seus serviços por questões de segurança. Saiba mais!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio3 min de leitura
Israel

O conflito em Israel contra os palestinos iniciou no último dia 07 de outubro. Desde o início, diversos locais já foram bombardeados e mais de 2 mil pessoas perderam suas vidas. Com o clima de tensão no país, diversas lojas de empresas famosas decidiram fechar suas portas.

A paralisação das atividades será temporária e aconteceu após militantes do Hamas, grupo extremista islâmico, invadirem uma rave, que estava acontecendo perto da Faixa de Gaza. Além disso, os conflitos em Israel geraram, até o momento, diversas mortes de israelenses, palestinos e outros estrangeiros. Confira mais detalhes sobre o funcionamento das lojas no país e como originou esse conflito.

Grandes redes anunciam o fechamento das lojas

Varejista famosa no mundo, a Inditex, dona da Zara e Bershka – de Israel – ficará fechada temporariamente, sem prazo para reabertura. Já as lojas da H&M seguirão sem atendimento “até novo aviso”, de acordo com o porta-voz da empresa.

Além disso, outras grandes empresas, como a sueca Ikea, também garantiram que interromperão suas operações presenciais durante os conflitos em Israel. Já o banco suíço UBS, um dos principais da região, cancelou viagens de trabalho e, também, um grande evento que aconteceria no Catar no final de outubro.

De acordo com o próprio banco, essas são as medidas mais extensas já tomadas. Por fim, algumas outras instituições financeiras, como Morgan Stanley e JPMorgan, ordenaram seus funcionários a trabalhar de casa.

C&A com preço de Renner, Renner com preço de Zara: o que está acontecendo com as roupas?
Imagem: fiphoto / Shutterstock.com

O que originou os conflitos em Israel?

Os problemas entre Israel e Palestina acontecem há mais de 75 anos, sendo que o Hamas existe há 30 anos e defende a destruição do Estado de Israel. O grupo está no controle da Faixa de Gaza há 16 anos, mesmo tempo em que há o bloqueio de israelenses à região.

Ademais, o grupo deixou claro que o conflito que estourou em Israel no último sábado (07), teve motivação religiosa. Segundo o chefe da ala militar do Hamas, Muhammad al-Deif, a motivação do início do conflito é por conta de “ataques diários à mesquita Al-Aqsa”, sagrada para mulçumanos, judeus e cristãos.

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Além disso, ele disse que os israelenses “ousaram insultar nosso profeta dentro dos pátios da mesquita”. Isso porque, em julho deste ano, o ministro de Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, visitou o local, o que os palestinos consideraram como uma provocação.

Imagem: Noa Ratinsky / Shutterstock.com

Amanda Sampaio

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Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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