Na última quinta-feira (08), o Governo Federal anunciou novas condições para o empréstimo consignado vinculado ao Auxílio Brasil. A modalidade de crédito foi suspensa recentemente e um dos motivos eram justamente possíveis modificações nas regras da linha destinada às famílias atendidas pelo programa social.
Consignado do Auxílio Brasil: governo faz mudanças nas condições da modalidade de crédito
Novas regras diferem bastante das propostas anteriores para o consignado do Auxílio Brasil. Veja as principais!
O consignado foi lançado no ano passado pelo governo Bolsonaro e foi alvo de diversas críticas. Em poucos meses após a liberação, apresentou problemas e chegou a ser suspenso mais de uma vez. Agora, com as novas condições, os brasileiros que optarem pela contratação do crédito poderão lidar com melhores possibilidades de pagamentos. Confira abaixo as principais mudanças.
Novas regras do consignado do Auxílio Brasil
Além da alteração na taxa de juros, foram realizadas mudanças no número máximo de parcelas e no percentual de comprometimento sobre o valor do benefício. Veja:
- Taxa de juros limite passa de 3,5% ao mês para 2,5% ao mês;
- Número máximo parcelas cai de 24 prestações para 6 prestações;
- Valor máximo de comprometimento do auxílio foi reduzido de 40% para 5%.
Vale lembrar que o valor de comprometimento é calculado com base em R$ 400, valor oficial do programa Auxílio Brasil. Hoje, as famílias recebem no mínimo R$ 600. Porém, ainda não foi confirmado pelo atual governo se a regra se mantém sobre o mesmo valor.
As novas normas valem para os brasileiros que contratarem o empréstimo a partir de agora. Ou seja, os contratos que já foram fechados seguirão da mesma forma, conforme as condições mais antigas.
Consignado do Auxílio Brasil
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O empréstimo consignado do Auxílio Brasil permite que as famílias de baixa renda atendidas pelo programa consigam o crédito, com desconto direto sobre o valor do benefício. Dessa forma, o auxílio já chega na conta com um valor menor correspondente ao desconto.
Mesmo que o pagamento do benefício seja cancelado pelo Governo Federal, o empréstimo precisa ser quitado da mesma forma. Considerando a situação dos brasileiros que contratam esse tipo de serviço, os riscos de endividamento são bastante expressivos.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
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