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Construtoras comemoram Novo Minha Casa, Minha Vida

A meta do governo é de contratar dois milhões de moradias até 2026 por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. Veja mais

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Condomínio com fileira de casas do programa Minha Casa, Minha Vida

Na última terça-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) relançou o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e incluiu famílias com renda mensal de até R$ 2.640,00 na chamada faixa 1. Além disso, o novo formato também conta com a retomada de construções subsidiadas pelo governo, que haviam sido suspensas pelo governo Bolsonaro (PL).

Dessa forma, para ter acesso a casas em que o governo paga entre 85% e 95% do valor, é preciso ter renda de até dois salários mínimos, já considerando o novo piso no valor de R$ 1.320,00 que será anunciado no dia 1º de maio. Assim as prestações têm valor praticamente simbólico. 

Locação social

Portanto, a meta do governo é de contratar dois milhões de moradias até 2026, sendo que 50% destes imóveis serão destinados ao segmento mais popular do programa.

Além disso, o programa habitacional também irá disponibilizar a locação social, aquisição de imóveis usados e inclusão de famílias em situação de rua. Ademais, o governo também pretende realizar construções em lugares de fácil acesso a comércio e infraestrutura, umas das principais reclamações nos governos anteriores do PT.

Construtores celebram volta do Minha Casa, Minha Vida

No entanto, vale destacar que não são apenas as famílias mais pobres que irão se beneficiar com o novo Minha Casa, Minha Vida, as construtoras também já aguardam com grandes expectativas, porém, estão cautelosos quanto a alta dos custos do setor, e dos juros, pois estes fatores podem dificultar a construção de casas mais populares.

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José Carlos Martins, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) afirmou que “É muito bom este retorno. É um mercado que estava parado e pode parcialmente compensar a iminente baixa da caderneta de poupança e ajudar a impulsionar o mercado de certa forma — afirmou ao jornal Extra.

Imagem: Leonardo Dantas Teixeira / Shutterstock

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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