O Rio de Janeiro tem transformado sua orla em palco de eventos históricos. Após apresentações memoráveis de Madonna e Lady Gaga, a Praia de Copacabana consolida-se como destino de megashows gratuitos e inclusivos. Com a consolidação do projeto “Todo Mundo no Rio”, que se estende até 2028, os holofotes agora se voltam para 2026 — e a pergunta que não quer calar é: quem será a próxima estrela a iluminar a Zona Sul carioca?
Copacabana 2026: conheça os 5 artistas mais cotados para o próximo megashow
Conheça os cinco artistas internacionais mais cotados para o megashow gratuito em Copacabana em 2026.
Segundo bastidores divulgados pela coluna de Lauro Jardim, a produtora do evento já sondou o mercado com uma lista de 11 possíveis atrações, e cinco nomes despontam como favoritos. Pop, rock e ícones globais dominam as apostas. A seguir, conheça os artistas mais cotados para o próximo grande espetáculo gratuito na praia mais famosa do Brasil.
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Beyoncé: a favorita do público

Com carisma, presença de palco e um histórico invejável de turnês arrebatadoras, Beyoncé é a principal favorita para 2026. De acordo com uma enquete promovida pela CNN Brasil, a artista conquistou 33% da preferência do público, reafirmando o desejo coletivo de tê-la de volta ao país.
Sua última passagem pelo Brasil foi em 2013, no Rock in Rio. Desde então, a cantora segue como referência máxima no cenário musical global e, nas redes sociais, é o nome mais mencionado pelos fãs brasileiros quando o assunto é o próximo show em Copacabana.
Rihanna: o retorno aguardado
Mesmo longe dos palcos devido à maternidade e aos negócios na moda e beleza, Rihanna continua sendo uma das artistas mais requisitadas pelo público brasileiro. Seu último show no país também aconteceu no Rock in Rio, em 2015. Ainda que não esteja em turnê, seu nome ressurge com força nas listas de desejos.
Muitos fãs acreditam que sua participação marcaria não apenas o retorno de uma estrela aos palcos, mas também um reencontro simbólico com o Brasil, onde mantém uma base fiel de admiradores.
Justin Bieber: o astro enigmático
Apesar de enfrentar desafios pessoais e não estar ativo em turnês atualmente, Justin Bieber ainda é citado como um dos poucos artistas masculinos com capacidade de mobilizar uma multidão em Copacabana.
Seu nome surge como aposta ousada, considerando os recentes afastamentos dos palcos. Ainda assim, a força de sua base de fãs no Brasil e o histórico de shows lotados o mantêm no radar da organização.
Coldplay: apelo visual e sonoro
A banda britânica Coldplay é outro nome forte na disputa. Conhecida por transformar shows em verdadeiras experiências sensoriais, a banda de Chris Martin tem uma conexão estreita com o público brasileiro. Todas as vezes que passaram pelo país, arrastaram multidões.
A última turnê deixou muitos fãs de fora por conta da alta procura por ingressos. Um espetáculo gratuito na orla carioca seria uma chance de compensar essa frustração e, ao mesmo tempo, garantir uma apresentação com apelo emocional e artístico.
U2: o clássico que resiste ao tempo
Veteranos no cenário musical e com um histórico de grandes apresentações no Brasil, o U2 é visto como uma aposta estratégica. Sua última visita ao país foi em 2017, e mesmo com o passar dos anos, a banda mantém uma base sólida de fãs por aqui.
A escolha do grupo traria um contraste com os shows anteriores, dominados por divas pop, oferecendo uma pegada mais clássica e roqueira ao calendário de 2026 — o que também pode ser interpretado como uma tentativa de diversificar o público e o estilo das apresentações.
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O legado dos megashows em Copacabana

As apresentações gratuitas na Praia de Copacabana entraram definitivamente no calendário de grandes eventos do Brasil. O projeto “Todo Mundo no Rio”, com apoio do poder público e da iniciativa privada, visa não apenas promover entretenimento de qualidade, mas também movimentar o turismo, a economia local e consolidar o Rio como polo cultural.
Em 2024, Madonna atraiu cerca de 1,6 milhão de pessoas. No ano seguinte, Lady Gaga superou o feito com mais de 2,1 milhões de fãs. A expectativa para 2026 é, portanto, manter — ou até superar — esse patamar de grandiosidade.
Impacto na cidade e nos bastidores
Os shows em Copacabana não são apenas espetáculos de música, mas eventos de grande impacto social e econômico. Milhares de empregos temporários são gerados, a hotelaria atinge ocupações máximas e o comércio local registra altas históricas.
Para a produtora do evento, manter o padrão exige não apenas uma atração de peso, mas também uma operação logística robusta e negociações internacionais. A revelação da próxima estrela, portanto, depende de muitos fatores além da popularidade.
Muita especulação e expectativa
A contagem regressiva para 2026 já começou, e a expectativa cresce a cada novo rumor. Enquanto o anúncio oficial não acontece, o público brasileiro segue especulando, torcendo e sonhando com mais um show que entre para a história.
Independentemente de quem subir ao palco, uma coisa é certa: Copacabana continuará sendo palco dos maiores eventos musicais gratuitos do planeta.
