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Corte de orçamento do governo federal atinge Farmácia Popular e Auxílio Gás, saiba mais

O Orçamento Federal de 2024 enfrenta o desafio de equilibrar contas públicas com aumento de despesas obrigatórias. Saiba mais

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins⏱ 2 min de leitura
blocos com sĂ­mbolo de dinheiro, cortados em um ponto com bloco com sĂ­mbolo de tesoura

Recentemente, um ajuste financeiro significativo foi realizado pelo governo federal, impactando diversos setores públicos. Assim, cerca de R$ 5,7 bilhões foram cortados de despesas não obrigatórias, afetando órgãos essenciais como a Receita Federal, a Polícia Federal e o Exército.

Por outro lado, houve um aumento significativo de R$ 13 bilhões no orçamento destinado aos benefícios previdenciários. Este aumento reflete o crescimento na demanda por aposentadorias, pensões e outros benefícios, representando um desafio contínuo para o planejamento econômico do país. Veja mais detalhes!

Corte de orçamento do governo federal

De acordo com o Ministério do Planejamento e Orçamento, devido à revisão após a inflação de 2023, importantes programas sociais e de infraestrutura sofreram reduções orçamentárias. 

Dessa forma, o programa Farmácia Popular teve uma redução substancial. Além dele, programas como ensino integral e Auxílio Gás Nacional também enfrentaram cortes, limitando sua capacidade de atendimento à população mais vulnerável.

Além disso, órgãos como a Polícia Federal e o Exército expressaram preocupação com os cortes. De acordo com a Polícia Federal, a redução de fundos pode afetar diretamente a eficácia de operações e investigações importantes. O Exército também destacou que o ajuste orçamentário poderia interferir diretamente na sustentabilidade e na administração de seus serviços.

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Imagem: Andrii Yalanskyi / Shutterstock.com

Incremento nos benefĂ­cios do INSS

No entanto, enquanto se corta de um lado, se adiciona de outro. O incremento de R$ 13 bilhões para a Previdência Social é um reflexo direto do aumento na concessão de benefícios pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Assim, esse crescimento ressalta a crescente pressão das despesas obrigatórias sobre o orçamento nacional.

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Enfim, este cenário desafia a gestão pública, uma vez que recursos destinados a outras áreas críticas são direcionados para cobrir as necessidades previdenciárias. De acordo com especialistas em contas públicas ouvidos pelo Estadão, sem uma profunda reforma da Previdência, o governo continuará a enfrentar essas pressões orçamentárias recorrentes.

Imagem: Andrii Yalanskyi / Shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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