As criptomoedas DeFi são uma nova alternativa para os investidores. Essa nova tecnologia busca expandir o cenário econômico, proporcionando uma independência em relação aos procedimentos bancários, que costumam ser mais caros, menos acessíveis e mais burocráticos.
Criptomoedas DeFi: conheça as 12 principais e como investir
Confira o que é esse tipo de token, bem como as melhores opções encontradas no mercado de criptomoedas atualmente.
A junção de DeFi e criptomoedas buscam uma descentralização do setor financeiro relativo a elas. Ademais, essa atualidade reitera o quão importante são os contratos inteligentes e a blockchain, fomentando ainda mais os programadores e desenvolvedores que investem em projetos na rede.
Outrossim, apesar do constante crescimento dessa espécie de token, ainda pairam algumas dúvidas, quanto ao funcionamento e principalmente a necessidade de recomendações para investimentos mais vantajosos.
O que são criptomoedas DeFi?
Caso você não esteja muito por dentro do assunto, iremos explicar o que é essa nova tecnologia.
DeFi é uma sigla, para “decentralized finance”, ou seja, finanças descentralizadas. Atua como uma alternativa descentralizada dos serviços financeiros, proporcionando assim outras opções digitais e independentes para investidores.
Possui como proposta maior a transformação dos serviços bancários em simples operações que não necessitam de intermédio bancário ou governamental, ou até mesmo abrindo mão de qualquer interferência humana, em suma.
Assim sendo, escolhemos 12 principais criptomoedas DeFi, buscando facilitar sua entrada nesse mercado que está em constante e rápida expansão.
12 criptomoedas DeFi para investir
ThorChain (RUNE)
No mês de novembro de 2022, custava aproximadamente R$ 6,47, possuindo capitalização de mercado avaliada em R$ 3 bilhões.
Se trata de uma Exchange descentralizada, que busca ser um canal multioperações, permitindo a troca de criptoativos entre diversas redes, sem precisar de outros atrelamentos paralelos, diminuindo assim os riscos operacionais.
Possui também o token RUNE, que é utilizado no oferecimento de maior governança e segurança entre seus usuários, podendo ainda ser dada como recompensa a estes.
REN (REN)
No mês de novembro de 2022, custava R$ 0,4, possuindo capitalização de mercado avaliada em R$ 415 milhões, e ainda se encontra em crescimento dentro do segmento.
Antes de ser conhecida como REN, era nomeada Republic Protocol, que criou diversos protocolos buscando financiar o projeto, chegando a acumular a quantia de US$ 34 milhões. Essa quantia permitiu que a proposta fosse expandida, atendendo mais redes, almejando maior acessibilidade às finanças descentralizadas.
Atualmente, é um protocolo aberto feito para atuar como um canal interoperável, objetivando mais liquidez entre operações de diferentes plataformas.
The Graph (GRT)
No mês de novembro de 2022, custava US$ 0,03, possuindo capitalização de mercado avaliada em US$ 3 bilhões.
O The Graph reúne os conceitos de Web 3.0 e de DeFi, sendo uma rede descentralizada para indexar dados junto as blockchains. Assim sendo, é como se fosse um Google, proporcionando que os usuários pesquisem por informações interoperáveis em um só lugar.
Possui como objetivo proporcionar maior facilidade na hora de consultar os dados de blockchains, especialmente através de desenvolvedores de aplicativos descentralizados, podendo utilizar tecnologias de outras redes como método de complementação de seus projetos.
Por fim, o token GRT é utilizado como medida para manter estável a segurança econômica da rede, sendo usado para oferecimento de recompensas e cobrança de taxas.
Fantom (FTM)
No mês de novembro de 2022, custava R$ 5,03, possuindo capitalização de mercado avaliada em aproximadamente R$ 770 milhões.
A plataforma opera com código aberto, para que os próprios usuários possam criar seus aplicativos, bem como com transações descentralizadas e contratos inteligentes. Sua criação busca fornecer uma rede mais escalável e rápida, bem como oferece mais suportes para os desenvolvedores.
Seu token próprio funciona em pagamentos de taxas e transações.
HachiFi (HACHI)
No momento, esse token funciona com base em governança, ou seja, quanto mais unidades possuir, maior influência nas decisões da criptomoeda DeFi terão, permitindo maior aproveitamento de seus recursos e interoperabilidade.
Sendo uma plataforma descentralizada, objetiva oferecer maior acessibilidade no armazenamento e manutenção de suas criptomoedas, com maior segurança e praticidade.
Possui token próprio, feito para permitir negociações de maneira simplificada, bem como recompensas aos usuários. Por ser muito recente, não foram encontradas muitas informações sobre sua valorização.
Tezos (XTZ)
No mês de novembro de 2022, custava R$ 5,32, possuindo capitalização de mercado avaliada em R$ 4 bilhões e 916 milhões de unidades atualmente em circulação, sem divulgar seus valores máximos.
Funcionando de maneira similar à Ethereum, possui código aberto, que permite transações peer-to-peer, proporcionando uma via segura para serviços financeiros independentes.
Não somente isso, a criptomoeda própria da plataforma vem se tornando cada vez mais popular, utilizando o método de prova de participação (PoS) como método de remuneração para seus usuários.
Solana (SOL)
No mês de novembro de 2022, custava aproximadamente R$ 75,91, possuindo atualmente 300 milhões de unidades negociadas.
A Solana foi feita com a intenção de rivalizar com grandes nomes já estabelecidos, como a Ethereum (ETH), permitindo menores taxas e transferências em segundos.
Também é um código aberto, sendo acessível a qualquer um que deseje contribuir com a evolução do sistema.
Chainlink (LINK)
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+311 mil seguidores
No mês de novembro de 2022, custava R$ 33,36, possuindo capitalização de mercado avaliada em mais de US$ 3 bilhões.
É um sistema que engloba diversas empresas, oferecendo sua própria rede para registro de transações e dados em outras blockchains. Resumidamente, é um meio que valida ações feitas em outras redes, formando assim um elo de dados.
Possui um token nativo, que é utilizado como remuneração aos participantes, e no futuro está planejado para ser uma moeda totalmente comercializável.
Avalanche (AVAX)
No mês de novembro de 2022, custava US$ 12,97, possuindo capitalização de mercado avaliada em mais de US$ 6 bilhões.
Sendo uma plataforma que almeja a facilitação de desenvolvimento de redes blockchain personalizadas, contratos inteligentes e aplicativos descentralizado, que sejam possíveis de operar entre si.
Assim, permite menores taxas, maior comunicação entre programadores e usuários e maior escalabilidade. Para realizar isso, foi desenvolvido um total ecossistema, que conta com token próprio e soluções independentes.
Uniswap (UNI)
No mês de novembro de 2022, custava US$ 6, possuindo capitalização de mercado avaliada em aproximadamente US$ 5 bilhões.
Se trata de uma plataforma de comercialização de ativos diversos, rodando através da Ethereum. É uma Exchange que atua de maneira descentralizada, sendo conhecida como a primeira que funciona plenamente em tal rede.
Por meio de contratos inteligentes, permite o câmbio de criptoativos sem fazer o pareamento de compradores com vendedores, automatizando todo o processo e dispensando intermediação centralizada.
Dai (DAI)
No mês de novembro de 2022, se encontrava com R$ 32 bilhões em capitalização de mercado, bem como mais de 5 bilhões de unidades em movimentação. Possui relação de 1:1 com o dólar estadunidense.
É uma moeda estável descentralizada e utiliza a estrutura Ethereum. Como tem relação de 1:1 com o dólar, é vista como uma das moedas mais acessíveis. Para que isso seja possível, ela é atrelada a outras criptomoedas e a rede própria como garantia.
Aave (AAVE)
No mês de novembro de 2022, custava US$ 89, possuindo capitalização de mercado avaliada em US$ 1,2 bilhões.
É uma das criptomoedas DeFi que atuam com vários serviços independentes, possibilitando que os investidores façam empréstimos e depósitos, permitindo o ganho de juros como tokens.
Funciona sem interferência de qualquer instituição financeira, por meio de contratos inteligentes na blockchain. Ademais, não é necessária a validação de bancos para autorizar tais transações.
Imagem: NicoElNino / shutterstock.com
