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Crise para quem? Donos da Americanas estão mais ricos do que nunca

Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles são donos da Americanas e estão entre os bilionários brasileiros. Confira!

Wendell SoaresPor Wendell Soares2 min de leitura
Os três maiores acionistas da Americanas e sócios da 3G Capital, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira

Mesmo após a divulgação de um rombo bilionário, que obrigou as lojas Americanas a entrar com um pedido de recuperação judicial, os acionistas da empresa continuam na lista da Forbes das pessoas mais ricas do Brasil. Ou seja, os donos da varejista permanecem com um patrimônio imenso diante da crise da companhia.

Neste caso, Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles ocupam, respectivamente, o 2º, 3º e 5º lugar no ranking brasileiro dos bilionários. Entenda melhor a origem da fortuna de cada um deles.

Crescimento do patrimônio dos proprietários da Americanas

Primeiramente, merece destaque a fortuna de Jorge Paulo Lemann, que cresceu no último ano e fez com que ele ocupasse a 108º posição entre os mais ricos do mundo. No Brasil, ele está atrás apenas de Vicky Safra.

O patrimônio avaliado de Lemann é de US$ 15,8 bilhões e, além de ser um dos donos da varejista, ele também possui uma empresa de private equity, a Berkshire Hathaway. Esta controla a marca Heinz no mercado mundial.

Já Telles é o terceiro entre os bilionários brasileiros e 165º no ranking mundial. Ele possui ações da Restaurant Brands International e 3G Capital. Por fim, Sicupira está em 232º na lista global e a maior parte de sua fortuna se deve às ações da maior cervejaria do mundo (Anheuser-Busch InBev).

Varejista sob o holofote do mercado após o rombo

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Os três donos da Americanas, mesmo com patrimônios sólidos, estiveram desde o início do ano envolvidos na polêmica da empresa, que, atualmente, tem dívida em torno de R$ 47,9 bilhões. Para alguns credores, eles são acusados de participação em uma fraude que omitiu a situação financeira da companhia.

Atualmente, o regime de recuperação fiscal da corporação envolve um aporte de R$ 10 milhões de cada acionista. Com isso, busca-se reduzir o prejuízo financeiro da varejista. Entre os bancos credores desta, estão o Bradesco, BTG Pactual, Itaú e Santander. Eles continuam buscando medidas judiciais para que os donos da Americanas cubram o rombo financeiro.

Imagem: Reprodução/3G Capital

Wendell Soares

Autor

Wendell Soares

Pós-graduado em Marketing Digital, jornalista, redator SEO e apaixonado pela escrita e leitura.

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