Cuidado: estas 3 marcas de celulares são as mais visadas pelos ladrões; veja se você corre risco
Estudo aponta que a quantidade de crimes dessa modalidade teve queda em 2023. Veja mais detalhes a seguir.
Os smarthphones fazem parte de grande parcela da população brasileira. Esse fato se comprova ao observar os altos índices de apreensão desses aparelhos. O portal Tilt, em conjunto com a consultoria B4Risck, realizou um estudo sobre o roubo de celulares em São Paulo. Ademais, os dados foram divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do estado.
O estudo detalha quais são as marcas mais roubadas, assim como os dias e o período em que os crimes acontecem com mais frequência. De acordo com esses dados, entre janeiro e junho de 2023, o estado teve 178.618 casos de roubos e furtos, o que representa uma redução de 3% comparado com o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 182.443 crimes.
Frequência das ocorrências
O maior registro das ocorrências em 2023 ocorreu em março, apresentando um aumento de 14% nos crimes em relação ao mesmo período de 30 dias em 2022. Foi nesse mês que a Polícia Civil realizou uma operação na rua Guianases, no centro da capital paulista, um dos locais com a maior quantidade de celulares apreendidos devido a roubos.
Apesar da diferença nos números, um fator sofreu alterações: o período do dia em que os crimes acontecem. Em sua maioria, ele são registrados próximos aos finais de semana, durante a noite, em vias públicas. Os furtos são mais comuns, quando não há violência, representando cerda de 50,98% dos casos. Já os roubos, quando a vítima sofre violência, representam 44,27% das ocorrências.
Marcas de celulares mais roubadas
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O levantamento também detalha as marcas de aparelhos celulares mais visadas pelos criminosos. A Samsung lidera a lista, com 33,48% dos casos de roubos e furtos a produtos da empresa sul-coreana, o que reflete a forte presença da marca entre os brasileiros.
No entanto, houve uma mudança na segunda colocação. Em 2023, a Apple assumiu o posto, com 26,51% dos crimes. Na terceira posição, aparece a Motorola, representando 22,27% das ocorrências. A Xiaomi ocupa a quarta colocação, com 8,2% de seus aparelhos apreendidos.
Imagem: BearFotos / shutterstock.com
