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Day Trade e Swing Trade: conheça essas duas formas de negociar na Bolsa

Saiba o que significa Day Trade e Swing Trade e quais são as diferenças entre elas para negociar valores na Bolsa!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Homem olhando para gráfico de day trade

O mercado financeiro possui bastante movimentação. Logo, há várias maneiras de fazer investimentos e negociações de ações na Bolsa de Valores, por exemplo. Entre elas, portanto, estão o Day Trade e Swing Trade.

Dessas duas maneiras, é possível fazer operações de compra e venda tanto no mesmo dia, quanto em períodos mais longos. Dessa forma, saiba mais sobre a diferença entre esses dois tipos de negócio na sequência.

Saiba a diferença entre Day Trade e Swing Trade

Homem olhando para gráfico de day trade
Imagem: Friends Stock / Shutterstock.com

O Day Trade, como sugere o nome, ocorre durante um único dia. Investidores que optam por essa forma de operar, compram e vendem ações no mesmo dia, aproveitando as mínimas variações de preços para obter lucro. Logo, para operar dessa forma, o investidor deve ter experiência de acompanhamento de mercado.

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O Swing Trade, por outro lado, permite ao investidor manter suas ações por dias, semanas ou até meses. A compra e venda de ativos acontecem após curtas ou médias tendências, ou seja, o investidor aposta em uma determinada ação e a mantém em sua carteira por algum tempo, até detectar a melhor oportunidade de venda.

Sendo assim, mesmo que ainda preciso estar atento às movimentações so mercado, esse tipo de estratégia exige menos tempo e atenção do investidor, pois as negociações podem ser realizadas em paralelo a outras atividades.

Como operar nesses casos?

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A operação tanto do Day Trade quanto do Swing Trade podem ocorrer com auxílio de bancos ou corretoras, que fornecem recomendações e ferramentas para otimizar as operações. Há também a opção de “stop loss” e “stop gain”, ou seja, são ferramentas que servem para limitar perdas ou assegurar lucros, respectivamente.

Ademais, operar de maneira autônoma é outra opção. Porém, essa forma requer conhecimento sobre o mercado financeiro e dedicação para acompanhar as movimentações do mercado, tornando esse tipo de investimento muito arriscado, portanto.

Imagem: Friends Stock / Shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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