Importante parlamentar argentino, o economista Javier Milei, teceu duras críticas ao Banco Central da Argentina (BCAR). O deputado, que é um defensor engajado dos bitcoins, sugeriu que o Peso já não desperta mais o interesse nem da população, muito menos dos investidores.
Deputado culpa o Banco Central pela alta inflação do país
Futuro candidato à presidência cobra políticas financeiras mais apropriadas por parte do Banco Central. Confira o que ele defende!
De acordo com Milei, todo economista, ainda que medíocre, concordaria que sem demanda, qualquer produto ou serviço perderá seu valor. Portanto, na última terça-feira (09), ele protestou no Twitter contra o BCAR, sugerindo que as políticas financeiras quanto à moeda do país devem mudar. O deputado figura entre os possíveis nomes para concorrer à presidência na Argentina, em 2024.
Por que a culpa é do Banco Central?
Segundo o deputado, a imposição da oferta monetária por parte do Banco Central da Argentina faz com que o Peso se torne uma moeda inflacionária. Ainda de acordo com ele, a demanda por uma moeda varia conforme o interesse do povo. Além disso, Milei sugere que a tecnologia e dotações orçamentárias podem impactar diretamente nesse processo.
Por fim, o economista reitera que um banco central consegue determinar o fluxo monetário ao aferir a escada da economia. Contudo, ele precisa evitar fazer política como dinheiro, prática que, segundo Javier, pode produzir enormes problemas financeiros.
O desabafo do deputado:
Javier insistiu que, na sua opinião, o monopólio do dinheiro não é favorável à economia. Para isso, citou o exemplo do curso forçado de uma moeda fiduciária. Isto é, segundo o parlamentar, as pessoas seriam presas caso emitissem dinheiro. Dessa forma, o deputado expressou que embora o banco central seja uma instituição legal perante a lei, sua atuação na Argentina não é legítima.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Milei ainda criticou colegas economistas que continuam defendendo as práticas originais dos bancos centrais na economia. Há uma preocupação constante entre os argentinos com relação à piora da inflação no país. Na Argentina, o bitcoin segue sendo uma das alternativas mais exploradas, em um fenômeno similar ao que ocorre no Brasil.
Imagem: DaLiu / Shutterstock.com
