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Desemprego bate recorde em 2021, ultrapassando 13,4 milhões

Número de pessoas sem alguma ocupação também subiu

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Em 2921, o desemprego bateu recorde no Brasil. O fato é demonstrado pela taxa média anual de desemprego no país, que foi de 13,5% em 2020. Essa foi a maior taxa já registrada desde o início da série histórica, que iniciou em 2012. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) e fazem parte da Pnad, ou Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, feita pelo IBGE.

Dessa forma, a taxa de 13,5%, verificada em 2020, corresponde a cerca de 13,4 milhões de brasileiros procurando por um trabalho. O resultado também interrompe a queda do desemprego iniciada em 2018, quando esse valor ficou em 12,3%. Em 2019, o desemprego foi ainda menor, ficando em 11,9%.

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No último trimestre de 2020, a taxa de desocupação atingiu 13,9%. No terceiro semestre, encerrado em setembro, o valor chegou a 14,6%. Assim, de acordo com a analista da pesquisa, em entrevista ao Uol, em 2020 houve uma piora nas condições do mercado de trabalho em decorrência da pandemia de covid-19. E o desemprego é apenas mais um dos sintomas decorridos disso.

Dessa forma, a necessidade de medidas de distanciamento social, que paralisaram temporariamente algumas atividades econômicas, também influenciou para essa alta. Entretanto, o relaxamento dessas medidas também influenciou um maior número de pessoas a buscar uma ocupação, segundo a especialista.

Número de pessoas com alguma ocupação também caiu em 2020

Por fim, segundo o IBGE, no intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas. Até agora, esse é o menor número da série anual.  Ou seja, o Brasil saiu da maior população ocupada da série, em 2019, com 93,4 milhões de pessoas, para 86,1 milhões em 2020. O que representou uma queda bastante brusca em um período muito curto. E, para analista da pesquisa, isso impactou muito nos indicadores da pesquisa.

“Pela primeira vez na série anual, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%”, explicou ela, durante a entrevista.

Enfim, a pesquisa também mostrou outras mudanças no mercado de trabalho na comparação de 2019 com 2020. Entre elas, está a taxa de informalidade, que passou de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020. Além disso, o número de empregados com carteira de trabalho assinada caiu, com cerca de 2,6 milhões de pessoas a menos.

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Imagem: Brenda Rocha / Shutterstock.com

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