A última cédula a ser lançada no Brasil foi com valor de R$ 200 e a estampa do lobo guará em 2020, durante a pandemia de Covid-19. Nos últimos anos, porém, o uso de dinheiro físico tem sido substituído pelo avanço dos meios digitais, como aplicativos bancários ou carteiras digitais.
Dinheiro em papel: veja como está a circulação após a evolução dos meios digitais
Dados do Banco Central apontam que dinheiro em papel mais recente tem circulação surpreendente. Saiba mais!
Um dos fatores que exemplificam isso é que a cédula de R$ 200, mesmo após dois anos, apresenta um número bastante baixo de circulação entre os brasileiros. O Banco Central, porém, afirma que os números estão como o esperado, mas que nem todas as notas produzidas foram colocadas em circulação.
Para se ter ideia, a cédula de R$ 1, que parou de ser emitida em 2003, é mais usada no Brasil do que a de R$ 200. É importante lembrar que esse é um valor alto, o que também pode ser considerado como um fator significativo na baixa circulação entre os brasileiros.
Dinheiro em papel no Brasil
Com base nos dados do Banco Central, o g1 divulgou um ranking com as notas em papel com os números de circulação no Brasil. Confira.
- R$ 100;
- R$ 50;
- R$ 2;
- R$ 20;
- R$ 5;
- R$ 10;
- R$ 1;
- R$ 200.
Ou seja, dentre todas as cédulas de dinheiro disponíveis no país, aquela com a menor circulação é, de fato, a de R$ 200. A nota foi lançada no mesmo período em que o Auxílio Emergencial passou a ser liberado aos brasileiros.
Pagamentos digitais
Hoje, existem inúmeras opções além do dinheiro físico para efetuar transações financeiras. Além dos cartões de crédito e débito, os meios digitais ganham cada vez mais espaço. Veja os principais:
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- Pix;
- Boleto;
- Voucher;
- Links de pagamentos;
- QR Code;
- Carteiras virtuais.
Desde o lançamento do Pix, o sistema de transferência instantânea tem sido a principal forma de pagamento entre os brasileiros.
Imagem: Alexandre Zorek / Shutterstock.com
