Com o lançamento da nova moeda digital brasileira, o Drex, a expectativa é de que o papel-moeda tenha a sua circulação diminuída no país, conforme afirmou o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto.
Dinheiro físico vai acabar no Brasil após o lançamento de nova moeda? Entenda
Com o lançamento de uma nova moeda digital pelo Banco Central, a circulação de papel-moeda pode diminuir. Saiba mais!
A declaração foi feita nesta quinta-feira (10) durante uma sessão no Senado Federal. Leia mais informações sobre o caso a seguir.
Drex diminuirá circulação de papel-moeda, diz BC
Campos Neto previu que a introdução do Drex – o Real Digital – irá acelerar a redução do uso do papel-moeda no país, embora seja difícil prever se irá desaparecer completamente.
Durante um debate público no Senado, Campos Neto declarou: “O papel-moeda vai diminuir, mas é difícil prever se vai deixar de existir”. Atualmente, o Brasil dispõe de cerca de R$ 285 bilhões em circulação em espécie, representando uma queda de R$ 10 bilhões em comparação a 2022.
Entenda o que é o Drex
O Drex não é uma criptomoeda, tal qual o Bitcoin ou o Ethereum; trata-se, sim de uma versão digital do real, a moeda tradicional brasileira. O sistema operará com duas categorias de moedas: uma no âmbito atacadista, empregada para transações entre o Banco Central e as instituições financeiras autorizadas; e outra no varejo, acessível ao consumidor final. A sigla Drex deriva da abreviação de “Digital Real X”.
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Para o usuário final, o maior benefício do Drex é a flexibilidade nas transações. Segundo Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, a moeda digital permitirá que as pessoas realizem transações sem a necessidade de passar por intermediários.
Conforme afirmado pelo Banco Central, a implementação do Drex acarretará uma série de vantagens, primordialmente simplificando as transações financeiras e reduzindo os custos associados. A previsão é que sua implementação ocorra em 2024.
Imagem: metamorworks/ Shutterstock
