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Em apenas um dia, Mark Zuckerberg fatura R$ 64 bilhões

O aumento na fortuna de Mark Zuckerberg ocorreu devido à satisfação dos investidores com os resultados positivos das receitas da Meta.

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Mark Zuckerberg

Já imaginou dormir e acordar US$ 12,5 bilhões mais rico? O presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, viveu essa realidade. Isso porque o bilionário da controladora do Facebook faturou R$ 64 bilhões apenas entre quarta-feira (1º) e quinta-feira (2). 

Dessa forma, a fortuna de Mark Zuckerberg atingiu o valor estimado de US$ 69,8 bilhões, de acordo com o Índice de Bilionários da Bloomberg. Ainda segundo o índice, entretanto, Zuckerberg não entra na lista dos dez homens mais ricos do mundo.

Investidores ficaram satisfeitos com receitas da Meta

O aumento de US$ 12,5 bilhões, equivalente a R$ 64 bilhões, na fortuna de Mark Zuckerberg ocorreu devido à satisfação dos investidores com os resultados positivos das receitas da Meta. Isso fez com que as ações da empresa alavancassem 23%. 

A controladora do Facebook e Instagram caiu 1% no último ano, mesmo em meio a dificuldades enfrentadas pelas Big Techs. No último trimestre de 2022, a Meta ainda conseguiu superar as estimativas de crescimento.

Resultados mostram recuperação e estabilidade da empresa de Mark Zuckerberg

Os resultados positivos da Meta mostram recuperação e estabilidade. Em fevereiro de 2022, a empresa perdeu US$ 237 bilhões em valor de mercado, quando as ações caíram 26%. Com isso, a companhia passou a liderar o ranking de maiores tombos na bolsa dos Estados Unidos em apenas um dia. 

A queda de 26% das ações ocorreu no dia seguinte ao anúncio de Mark Zuckerberg sobre o Facebook ter perdido aproximadamente 500 mil usuários ativos diariamente em todo o mundo, no último trimestre de 2021. O responsável pela diminuição no número de usuários foi o TikTok, segundo Zuckerberg. 

Corte de gastos 

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Em novembro do ano passado, como medida para corte de gastos, a empresa de Mark Zuckerberg reduziu 13% da sua força de trabalho, cortando cerca de 11 mil funcionários. As demissões foram justificadas com a crise macroeconômica, concorrências e redução do número de anúncios.

Além disso, de acordo com Mark Zuckerberg, mesmo com os resultados positivos, a empresa deverá passar por um novo corte de gastos previsto no plano de reestruturação. 

Imagem: Frederic Legrand – COMEO / Shutterstock.com

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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