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O que acontece com o empréstimo consignado em caso de demissão?

Veja os possíveis cenários para resolver essa situação sem cair em dívidas.

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Uma das melhores coisas em um empréstimo consignado sem dúvida é a facilidade de acesso que ele permite. Afinal, como o valor é descontado diretamente do seu salário, a instituição bancária tem muito mais garantia de que as parcelas do empréstimo serão pagas, facilitando a contratação. Mas, e se você perder o emprego? O que acontece nesses casos? Essa é a dúvida de muitos profissionais que, quando precisam de crédito, recorrem ao consignado. Então, para entender melhor, continue a leitura!

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O que acontece com o empréstimo consignado em caso de demissão?

Primeiramente, é preciso dizer que uma das vantagens do crédito consignado, além da facilidade, é a oferta de prazos maiores para pagamento, e também de taxas de juros menores. Por isso, devido à extensão do prazo, é normal que o funcionário solicite empréstimo com desconto em folha e saia do atual emprego (seja por vontade própria ou após ter sido demitido) antes de quitar a dívida.

Dessa forma, o profissional precisa tomar alguns cuidados para não ficar com pendências financeiras. Por lei, quando um funcionário é demitido, as parcelas do consignado podem ser cobradas diretamente na conta do trabalhador ou por meio de boletos bancários. A forma de pagamento varia de acordo com as condições estabelecidas no contrato assinado durante a solicitação do empréstimo.

Assim, após a demissão, o primeiro passo é verificar o contrato e observar se a forma de desconto é a mais vantajosa para você. Em caso negativo, vale lembrar que a empresa empregadora não tem autonomia para oferecer apoio nesta situação. Por isso, o melhor é entrar em contato com o banco ou instituição financeira imediatamente e negociar novas condições.

Em caso de dificuldades, negocie com seu banco

Por fim, um fato interessante sobre o empréstimo consignado em folha é que suas parcelas nunca podem comprometer mais do que 30% do valor do salário. Em tese, quando você perde o emprego, nada poderia ser descontado, já que você não tem mais remuneração. Só que na prática isso não acontece, e você ainda deve quitar as prestações do empréstimo.

Portanto, se você não tiver condições financeiras de pagar as parcelas, a melhor solução é negociar com seu banco para evitar se perder em meio às contas e cair na inadimplência. E, claro, fazer um planejamento para esses casos é fundamental, por isso comece a pensar em uma reserva de emergência.

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Imagem: tsyhun / Shutterstock.com

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