É necessário analisar o Custo Efetivo Total (CET) antes de buscar por opções de empréstimos e financiamentos disponíveis. No entanto, a maioria dos consumidores se restringe apenas aos juros cobrados pelas instituições financeiras. Nesse sentido, é importante saber como funciona para não sair no prejuízo ao buscar soluções.
De modo geral, o CET corresponde a todos os tributos que serão cobrados para a operação. Além disso, o Banco Central determina que todos os bancos forneçam tais informações de forma clara aos clientes. Assim, antes de fechar o contrato, a instituição precisa apresentar o valor total.
Por isso, na hora de contratar um serviço, o cliente precisa estar atento ao CET antes do acordo. Até mesmo para além das questões relacionadas aos juros.
Composição do CET
Dito isso, a composição do CET é a seguinte:
Taxas de juros;
Tributos;
Tarifas;
IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras);
Registros;
Seguros;
Demais despesas do contrato.
Sendo assim, como as instituições financeiras podem variar as taxas, é essencial analisar o CET de cada uma delas para saber qual será a melhor opção de empréstimo ou financiamento dentre as disponíveis.
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Serviços de crédito
De acordo com informações do Banco Central, o CET pode ser observado em diferentes linhas de crédito. Confira as principais.
Como exposto acima, cada uma das modalidades apresenta diferentes valores para a contratação, uma vez que as taxas do CET são variadas. Nessa direção, as linhas sem garantia, por apresentarem maiores riscos, costumam ser mais caras para os consumidores.
Por fim, o BC reforça que os bancos não são obrigados a conceder tais serviços aos seus clientes. Isso porque cada um deles se baseia em uma determinada política de crédito específica.