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Entenda a diferença entre inteligência emocional e cognitiva

Você sabe qual é a diferença entre inteligência emocional e inteligência cognitiva? Descubra a importância de cada uma e como aprimorá-las.

Gabriela SchulzPor Gabriela Schulz2 min de leitura
Contornos de três cabeças em estilo de desenho digital. Acima delas, números de Q.I. em alusão à inteligência

Você sabe qual é a diferença entre inteligência cognitiva e inteligência emocional? Enquanto uma delas se relaciona com a capacidade lógica, a outra se refere à aptidão de compreender e lidar com as próprias emoções de maneira ponderada e equilibrada.

Vale dizer que tanto uma inteligência quanto a outra podem ser trabalhadas e aprimoradas. A seguir, saiba mais sobre as diferenças e a importância de cada uma.

Inteligência cognitiva x inteligência emocional

A inteligência cognitiva se relaciona com o pensamento racional, a aprendizagem, a memória e o pensamento rápido.

Os famosos testes de Q.I. (Quociente de Inteligência), durante muito tempo, foram usados para determinar quão “inteligente” alguém seria. Esses testes, entretanto, são totalmente focados em identificar a extensão cognitiva, ignorando outras variações de inteligência.

Já a inteligência social é um conceito ligado à habilidade de autoconhecimento e de lidar com os próprios sentimentos. Pessoas que são capazes de controlar a raiva, frustração ou tristeza são as chamadas emocionalmente inteligentes.

Aprimorando a inteligência

Existem diversas formas de aprimoramento da inteligência, tanto da cognitiva quanto da emocional. A inteligência cognitiva pode ser estimulada, por exemplo, através de atividades que exercitem a mente.

É possível citar jogos de raciocínio e de memória, assim como quebra-cabeças. Para além disso, é importante cuidar da saúde com práticas relativas à boa alimentação e ao sono.

Já a inteligência emocional pode ser trabalhada por meio de exercícios de empatia. A empatia é a capacidade de se colocar no lugar dos outros e é um dos pilares da inteligência social.

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Colocar-se na pele de terceiros pode ser difícil, mas buscar a compreensão do próximo é uma forma de aprimorar a capacidade de lidar com as próprias emoções.

No caso das crianças, a inteligência emocional pode começar a ser trabalhada desde muito cedo. Os pais ficam com essa tarefa, devendo orientar os filhos diante das situações do dia a dia, como as que se passam em ambiente escolar e os sentimentos que surgem do convívio com os demais.

Crescer sendo estimulado a entender suas emoções é uma forma eficaz de ser um adulto emocionalmente inteligente.

Imagem: Skorzewiak/shutterstock.com

Gabriela Schulz

Autor

Gabriela Schulz

Jornalista | Redatora | Editora de vídeo. Porto Alegre - RS