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Fim da escala 6×1 avança em grandes redes de supermercados e farmácias

A escala 6×1 começa a perder espaço em grandes redes de supermercados e farmácias do Brasil. Empresas como RD Saúde, responsável por Raia e Drogasil, Grupo DPSP, dono das bandeiras Drogaria São Paulo e Pacheco, e Savegnago reorganizaram a jornada para oferecer dois dias de descanso por semana a milhares de trabalhadores. A mudança, contudo, […]

Avatar de Bruna Machado Bruna Machado · · 16 min de leitura
escala 6x1

A escala 6×1 começa a perder espaço em grandes redes de supermercados e farmácias do Brasil. Empresas como RD Saúde, responsável por Raia e Drogasil, Grupo DPSP, dono das bandeiras Drogaria São Paulo e Pacheco, e Savegnago reorganizaram a jornada para oferecer dois dias de descanso por semana a milhares de trabalhadores.

A mudança, contudo, não ocorre da mesma maneira em todas as redes. Algumas ampliaram a escala 5×2 para praticamente toda a operação, enquanto outras ainda realizam testes em lojas selecionadas.

Outro ponto importante: trabalhar cinco dias e folgar dois não significa, necessariamente, cumprir menos horas. Parte das empresas mantém a jornada de 44 horas semanais e apenas distribui esse período por cinco dias, aumentando o expediente diário.

O movimento empresarial acontece enquanto uma proposta para acabar nacionalmente com a escala 6×1 avança no Congresso. A PEC já passou pela Câmara e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, mas ainda depende da aprovação do Plenário da Casa. Portanto, a escala 6×1 continua permitida no Brasil.

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Quais redes estão deixando a escala 6×1?

FIM DA ESCALA 6X1
Imagem: Reprodução/Seu Crédito Digital

A adoção da escala 5×2 ganhou força principalmente em farmácias e supermercados, atividades que enfrentam dificuldade para contratar e manter profissionais.

Esses estabelecimentos costumam funcionar à noite, aos finais de semana e em feriados. Isso exige equipes numerosas e escalas capazes de cobrir todos os horários.

Para tornar as vagas mais atraentes, algumas empresas começaram a oferecer uma segunda folga semanal. A mudança também busca reduzir a rotatividade, termo usado para descrever a saída e a substituição frequente de funcionários.

Veja o estágio informado por cada rede:

Empresa ou grupoSituação da escala 5×2
Raia e DrogasilImplantada nas lojas da RD Saúde
Drogaria São Paulo e PachecoAdotada pelo Grupo DPSP
SavegnagoAmpliada para as lojas da bandeira
Paulistão AtacadistaExpansão gradual
ExtrabomTeste iniciado em unidades selecionadas
Supernosso e Apoio MineiroImplantação em expansão
CoopAdotada nas drogarias e testada nos supermercados
Farmácias São JoãoProjeto-piloto em parte das unidades
Supermercados Pague MenosExpansão gradual para novas lojas

As informações não significam que todos os funcionários dessas marcas estejam submetidos ao mesmo horário. Cargos administrativos, centros de distribuição, equipes externas e lojas específicas podem ter escalas diferentes.

Raia e Drogasil adotam a escala 5×2

A RD Saúde, responsável pelas redes Raia e Drogasil, realizou uma das mudanças mais abrangentes do setor farmacêutico.

Depois de testar o formato com grupos determinados, a companhia levou a escala 5×2 para sua operação de lojas, formada por mais de 3,5 mil farmácias espalhadas pelo país.

Os funcionários passaram a trabalhar cinco dias e descansar dois. A jornada semanal, no entanto, continua sendo de 44 horas.

Na prática, a empresa não reduziu o total de horas trabalhadas. O expediente antes distribuído por seis dias passou a ser concentrado em cinco.

A adoção do novo modelo também faz parte de uma estratégia para atrair candidatos e diminuir a saída de profissionais. Farmácias precisam manter atendimento durante períodos extensos, inclusive aos domingos e feriados, o que torna a organização das equipes mais complexa.

Drogaria São Paulo e Pacheco alcançam 24 mil trabalhadores

O Grupo DPSP, proprietário das bandeiras Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, também substituiu a escala 6×1 pela 5×2 em sua operação.

A mudança alcança aproximadamente 24 mil funcionários distribuídos por cerca de 1.650 estabelecimentos.

Assim como na RD Saúde, a reorganização preserva as 44 horas semanais. Os trabalhadores ganham um segundo dia de descanso, mas cumprem jornadas diárias maiores.

A empresa relaciona a iniciativa à retenção de profissionais e à necessidade de tornar as vagas mais competitivas. Em setores com dificuldade de contratação, a quantidade de folgas se tornou um fator relevante para quem procura emprego.

Savegnago expande dois dias de folga

Entre os supermercados, o Savegnago está à frente de uma das experiências mais amplas.

O novo formato começou como teste em uma loja. Depois da avaliação inicial, a companhia decidiu expandir a escala 5×2 para as unidades da bandeira Savegnago Supermercados.

O grupo também começou a levar o modelo para estabelecimentos do Paulistão Atacadista. Essa implantação ocorre de forma gradual e pode variar conforme a loja ou a função exercida.

A jornada continua em 44 horas por semana. Para completar essa carga em cinco dias, o empregado pode trabalhar aproximadamente 8 horas e 48 minutos por dia, sem contar o intervalo para refeição e descanso.

Esse cálculo é uma referência matemática. O horário efetivo depende do contrato, das convenções coletivas, dos acordos de compensação e da organização adotada pela empresa.

Extrabom, Supernosso e Coop testam novos formatos

Nem todas as redes já concluíram a mudança. Em alguns casos, a escala 5×2 está restrita a determinadas lojas.

Extrabom começou por três supermercados

O Extrabom iniciou a experiência em três unidades no Espírito Santo: Laranjeiras, na Serra; Gaivotas, em Vila Velha; e Vila Rubim, em Vitória.

A bandeira pertence ao Grupo Coutinho, responsável também pelo Extraplus e pelo Atacado Vem. A expectativa é ampliar gradualmente o novo modelo, que poderá alcançar mais de 5 mil profissionais caso seja adotado em uma parcela maior da operação.

Por enquanto, não é correto dizer que todos os funcionários do grupo deixaram a escala 6×1. A implantação ainda ocorre por etapas.

Supernosso amplia experiência iniciada com 500 funcionários

O Supernosso começou a testar a escala 5×2 com cerca de 500 profissionais em três unidades. Posteriormente, o grupo avançou na adoção do modelo em operações do Supernosso e do Apoio Mineiro.

A companhia observou maior interesse pelas vagas e melhora na retenção das equipes. A jornada semanal também foi mantida em 44 horas.

Coop adota modelos diferentes em farmácias e supermercados

A Coop implantou a escala 5×2 em suas drogarias. Nos supermercados, porém, a empresa começou com experiências em estabelecimentos escolhidos.

Isso significa que o avanço não é uniforme em todos os negócios da cooperativa. A empresa analisa os resultados antes de levar a mudança para outras unidades.

Farmácias São João e Pague Menos avançam gradualmente

A Farmácias São João, que possui mais de 1,2 mil lojas, iniciou testes do novo modelo em parte de sua operação.

A dimensão da rede torna a experiência relevante para o setor, mas a escala 5×2 ainda não alcança todos os trabalhadores. Parte das unidades continua organizada em outros formatos.

Os Supermercados Pague Menos também ampliam gradualmente a jornada com dois dias de descanso. A empresa tem presença concentrada no interior de São Paulo e conta com aproximadamente 40 lojas.

Nesse caso, trata-se da rede supermercadista Pague Menos. Ela não tem ligação com a rede de farmácias de mesmo nome.

Como funciona a escala 5×2 com 44 horas semanais?

Na escala 6×1, o funcionário trabalha seis dias e descansa um. Na 5×2, são cinco dias de expediente e dois de repouso.

A escala informa a quantidade de dias trabalhados e de folgas. A jornada, por sua vez, define quantas horas devem ser cumpridas durante a semana.

Por isso, é possível mudar da escala 6×1 para a 5×2 sem reduzir a carga semanal.

Uma distribuição comum funciona assim:

  • 44 horas divididas por cinco dias;
  • resultado de 8 horas e 48 minutos de trabalho por dia;
  • dois dias de descanso durante a semana.

O intervalo para almoço ou refeição, em regra, não integra o tempo efetivamente trabalhado. Assim, o período total entre a entrada e a saída pode ser superior a 8 horas e 48 minutos.

A compensação deve respeitar a legislação, o contrato e as normas coletivas aplicáveis à categoria. A Constituição estabelece atualmente o limite normal de oito horas diárias e 44 semanais, permitindo compensação de horários e redução de jornada por acordo ou convenção coletiva.

As duas folgas precisam ser no sábado e no domingo?

Não. A escala 5×2 garante dois dias de descanso, mas isso não significa automaticamente folgar no sábado e no domingo.

Supermercados e farmácias normalmente funcionam durante todo o fim de semana. Por isso, as folgas podem ocorrer em dias alternados, de acordo com a escala organizada pelo empregador.

Um funcionário pode descansar, por exemplo, na terça e na quarta-feira. Outro pode folgar no domingo e na segunda. Os dias também podem mudar conforme o sistema adotado pela empresa e a convenção coletiva da categoria.

As folgas não serão necessariamente consecutivas, a menos que exista previsão da empresa ou de norma coletiva nesse sentido.

O trabalho aos domingos e feriados também pode continuar. Devem ser respeitadas as regras de repouso semanal, compensação e pagamento previstas na legislação e nos instrumentos coletivos.

O salário diminui com a mudança para a escala 5×2?

A simples reorganização da escala não autoriza a empresa a reduzir o salário do trabalhador.

Quando as 44 horas são mantidas, o empregado continua cumprindo a mesma carga semanal. A diferença está na concentração dessas horas em cinco dias.

A Constituição protege a irredutibilidade salarial, salvo situações previstas em convenção ou acordo coletivo. Alterações contratuais também não podem causar prejuízo indevido ao empregado.

Comissões e outras parcelas variáveis exigem atenção. Um vendedor que passa menos dias na loja pode ter dúvidas sobre como serão calculadas suas vendas e o repouso remunerado. Esses detalhes devem ser tratados pela empresa e pelo sindicato da categoria.

Por que as empresas estão fazendo essa mudança?

A discussão sobre qualidade de vida aumentou a pressão pela revisão da escala 6×1. Mas, para as empresas, há também motivos operacionais.

Supermercados e farmácias enfrentam taxas elevadas de rotatividade. Muitos trabalhadores deixam as vagas por causa dos horários, das atividades aos finais de semana e da dificuldade de conciliar o emprego com a vida familiar.

Quando um funcionário sai, a empresa precisa divulgar a vaga, selecionar candidatos, fazer exames, contratar e treinar outra pessoa. Esse processo gera custos e pode deixar equipes desfalcadas.

Dois dias de descanso podem trazer vantagens como:

  • maior interesse pelas vagas;
  • redução da saída de funcionários;
  • melhora na recuperação física;
  • mais tempo para a vida familiar;
  • diminuição de faltas;
  • maior previsibilidade da escala;
  • possível melhora de produtividade;
  • redução de custos com novas contratações.

A mudança também permite que as empresas testem antecipadamente uma organização que poderá ser exigida nacionalmente caso a PEC em tramitação seja aprovada.

A escala 6×1 já acabou no Brasil?

Não. A escala 6×1 continua legalmente permitida.

A adoção da escala 5×2 por algumas empresas é uma decisão empresarial ou resultado de negociação trabalhista. Não existe, até o momento, uma obrigação nacional em vigor determinando que todos os empregadores concedam dois dias de descanso semanal.

A confusão ocorre porque a proposta de mudança já avançou no Congresso.

A Câmara dos Deputados aprovou a PEC em dois turnos em 27 de maio de 2026. A proposta seguiu para o Senado, onde recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça em 2 de setembro.

A Agência Senado confirma que o texto chegou à Casa depois de ser aprovado por ampla maioria na Câmara.

Apesar desse avanço, ainda falta a votação no Plenário do Senado.

O que a PEC do fim da escala 6×1 prevê?

O texto em discussão estabelece uma escala geral de cinco dias de trabalho para dois de descanso, sem redução salarial.

Também prevê a diminuição gradual da jornada semanal:

EtapaJornada máxima
Regra atual44 horas semanais
Primeira etapa42 horas semanais
Etapa final40 horas semanais

Segundo o texto aprovado pela CCJ, a jornada cairia para 42 horas após o período inicial previsto na emenda e chegaria a 40 horas depois da transição.

A proposta também determina dois descansos semanais remunerados, com um deles preferencialmente aos domingos. Isso não quer dizer que todos terão folga fixa aos sábados e domingos.

Regimes específicos, como o 12×36 utilizado em determinadas atividades, poderão continuar conforme a legislação, as normas regulamentadoras e os instrumentos coletivos.

Quando a mudança passará a valer?

Ainda não há uma data de entrada em vigor porque a PEC não concluiu sua tramitação.

Para ser aprovada no Senado, a proposta precisa passar por dois turnos no Plenário e obter pelo menos 49 votos favoráveis em cada votação. Esse número corresponde a três quintos dos 81 senadores.

Se o Senado aprovar exatamente o texto recebido da Câmara, a emenda poderá ser promulgada pelo Congresso. PECs não são enviadas para sanção ou veto presidencial.

Se os senadores modificarem pontos substanciais, a matéria terá de voltar para a Câmara.

Somente depois da promulgação começarão a contar os prazos de transição previstos no texto definitivo.

Quem será afetado se a PEC for aprovada?

A alteração terá maior impacto sobre setores que mantêm atividades durante muitos dias ou funcionam continuamente.

Entre eles estão:

  • supermercados;
  • farmácias;
  • bares e restaurantes;
  • hotéis;
  • shoppings;
  • hospitais e clínicas;
  • transportes;
  • serviços de segurança;
  • indústrias de operação contínua;
  • construção civil.

Essas empresas precisarão reorganizar turnos, aumentar a produtividade ou contratar trabalhadores para cobrir os períodos antes atendidos por equipes em escala 6×1.

Representantes empresariais alertam para o possível aumento de custos. Trabalhadores e sindicatos destacam potenciais benefícios para a saúde, o descanso e o convívio familiar.

O efeito prático dependerá do setor. Um escritório que já funciona de segunda a sexta enfrentará uma adaptação menor do que um supermercado aberto todos os dias.

Quem já trabalha em escala 5×2 terá alguma mudança?

Na primeira etapa, quem já trabalha cinco dias e descansa dois pode perceber pouca alteração na distribuição semanal.

Entretanto, se a jornada máxima cair de 44 para 42 e posteriormente para 40 horas, os empregados que cumprem 44 horas também deverão ter seu tempo reduzido, salvo enquadramentos específicos previstos no texto definitivo.

Uma jornada de 40 horas em cinco dias corresponde, em uma divisão simples, a oito horas diárias.

Isso mostra a diferença entre as iniciativas atuais das empresas e a PEC. Muitas redes já oferecem dois dias de descanso, mas ainda mantêm as 44 horas semanais. A proposta do Congresso pretende fazer as duas mudanças: substituir a escala e reduzir a jornada máxima.

O que o trabalhador deve conferir?

Quem trabalha em uma das redes citadas deve verificar diretamente com o setor de recursos humanos ou com a liderança da unidade se a nova escala alcança seu cargo.

Também é recomendável consultar o contrato, o espelho de ponto e a convenção coletiva. O trabalhador precisa saber como ocorre a compensação das horas e em quais dias receberá as folgas.

Vale conferir:

  • total de horas semanais;
  • duração do expediente diário;
  • intervalo para refeição;
  • dias de descanso;
  • frequência de domingos livres;
  • compensação de feriados;
  • regras para horas extras;
  • banco de horas;
  • alterações na remuneração variável;
  • data de início da nova escala.

Se houver descumprimento do contrato ou dúvida sobre direitos, o empregado pode procurar o sindicato da categoria, um advogado trabalhista ou os canais oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego.

A mudança nas empresas antecipa uma nova realidade

O fim da escala 6×1 ainda não é uma regra nacional, mas já deixou de ser apenas uma discussão legislativa. Grandes redes começaram a testar, ampliar ou consolidar o modelo 5×2 antes da conclusão da PEC.

RD Saúde e Grupo DPSP lideram o movimento entre as farmácias. Savegnago avançou nos supermercados, enquanto Extrabom, Supernosso, Coop, Farmácias São João e Supermercados Pague Menos adotam o formato em diferentes estágios.

Para o trabalhador, a principal vantagem imediata é a segunda folga semanal. O cuidado é observar que muitas empresas ainda exigem 44 horas, o que aumenta o expediente nos cinco dias trabalhados.

O próximo passo é confirmar as regras na própria unidade. No plano nacional, será necessário acompanhar a votação no Plenário do Senado. Até que a PEC seja definitivamente aprovada e promulgada, a escala 6×1 continua permitida.

Perguntas frequentes

Jornada
Imagem: Edição/ Seu Crédito Digital

A escala 6×1 já acabou no Brasil?

Não. A proposta avançou na Câmara e na CCJ do Senado, mas ainda depende de votação no Plenário do Senado. A escala continua permitida enquanto a mudança constitucional não for promulgada.

Quais empresas já adotaram a escala 5×2?

Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo, Pacheco e Savegnago estão entre as redes com adoção mais ampla. Extrabom, Supernosso, Coop, Farmácias São João e Supermercados Pague Menos implementaram testes ou expansões graduais.

Trabalhar em escala 5×2 significa cumprir 40 horas?

Não necessariamente. Algumas empresas mantêm 44 horas semanais e distribuem esse período por cinco dias. A redução para 40 horas depende de decisão empresarial, acordo coletivo ou aprovação da PEC.

Quantas horas por dia são trabalhadas na escala 5×2?

Quando as 44 horas são divididas igualmente por cinco dias, o resultado é de aproximadamente 8 horas e 48 minutos diários, sem contar o intervalo. A distribuição pode variar conforme contrato e norma coletiva.

As duas folgas precisam ser sábado e domingo?

Não. Em atividades abertas durante o fim de semana, as folgas podem acontecer em outros dias e nem sempre serão consecutivas.

O salário pode ser reduzido na escala 5×2?

A simples mudança de escala não autoriza redução salarial. Alterações precisam respeitar a Constituição, a legislação, o contrato e os instrumentos coletivos.

Quando a PEC do fim da escala 6×1 começa a valer?

Ainda não existe uma data. A proposta precisa ser aprovada em dois turnos no Plenário do Senado e promulgada pelo Congresso.

O trabalho aos domingos será proibido?

Não. Empresas que funcionam aos domingos poderão continuar operando, desde que respeitem as regras de descanso, compensação, remuneração e negociação coletiva.

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