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Está com dívidas? Saiba como se organizar para sair da situação

É possível sair da situação de inadimplência se organizando. Confira aqui algumas dicas para colocar as contas em dia e evitar dívidas.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
Foto de cima de duas pessoas rodeadas de papéis com uma calculadora nas mãos

Um levantamento realizado pela Serasa indicou que, até dezembro de 2022, havia 69,43 milhões de brasileiros com o nome sujo em decorrência de dívidas. A segurança financeira do cidadão endividado não é o único quesito que sofre um impacto negativo. 

O Serviço de Proteção ao Crédito do Brasil (SPB Brasil) confirmou, através de uma pesquisa, que o emocional das pessoas endividadas fica abalado. Insônia e perda de produtividade no trabalho podem ser adquiridos, visto que, mesmo trabalhando, o cidadão não consegue ficar em dia com as dívidas.

Sem dúvidas, quanto maior a dívida, maior é a consequência emocional deste indivíduo. Todas as classes são afetadas pela inadimplência, no entanto, as classes C, D e E tem mais medo de não conseguirem pagar suas dívidas. Contudo, para colocar as contas em dia, é necessário saber se organizar. 

Planejar-se para quitar as dívidas

O endividado deve sair da condição de culpado para passar a se enxergar como responsável pela dívida. Assumindo essa responsabilidade e tendo consciência da situação, o indivíduo se precaverá de futuras dívidas, pois a origem destas será analisada. 

Todas elas devem ser levadas em consideração. Ou seja, o caso deve ser visto de modo amplo, e não isolado. O endividado precisa fazer uma relação de dívidas que contenha prazos, valor das parcelas, juros, etc. 

Analisar a situação e escolher entre os caminhos possíveis

Com essa visão mais ampla da dívida, o devedor pode analisar a situação. Por exemplo, é mais importante quitar as que são de cartão de crédito – que podem ser usados em situações de emergência – do que outras. 

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Essa análise deve ser feita minuciosamente, pois cada dívida tem seu risco, geralmente, de acordo com o valor. Posteriormente, o endividado deve organizar seu fluxo de caixa para saber, por exemplo, quanto ele tem e quanto ele pode gastar por mês. 

Por fim, em alguns casos, a pessoa deve usar um patrimônio para o pagamento da dívida. Certamente, essa situação é mais delicada, mas às vezes precisa ser considerada. Enquanto se organiza para pagar os débitos, o indivíduo deve formar uma reserva de emergência para evitar um futuro endividamento.

Imagem: Rawpixel / Shutterstock

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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