Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Estudo mostra capitais brasileiras com mais famílias endividadas; veja quais estão no topo

Um estudo evidenciou quais são as capitais brasileiras estão mais endividadas. Entenda o que levou aos altos índices de dívida.

VictóriaPor Victória2 min de leitura
Homem sentado no sofá com as mãos no rosto e dívidas na mesinha de centro

Diante de um endividamento global, o Brasil alcançou um nível histórico, o maior até o momento: 77,9% dos brasileiros estão endividados, segundo dados da CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo). 

Além disso, uma pesquisa da Serasa apontou que 69,73 milhões de pessoas iniciaram 2023 com o nome restrito. Vale destacar que dentro do país há cidades que tiveram o maior índice de endividamento.

Portanto, ao longo da matéria será possível conferir quais foram as capitais mais endividadas de acordo com a pesquisa e qual a probabilidade dessas pessoas se recuperarem desta situação. 

Capitais com altos índices de endividamento

Como dito antes, algumas capitais se destacaram e tiveram índices de endividamento mais altos. Assim, confira os índices da pesquisa da Deep Center:

  • Curitiba (PR): 95% das famílias estão endividadas;
  • Porto Alegre (RS): 94% das famílias estão endividadas;
  • Belo Horizonte (MG): 90% das famílias estão endividadas. 

Além disso, segundo a pesquisa, a probabilidade do brasileiro se recuperar de uma dívida ou parcela em atraso em até 30 dias depois do vencimento é 68%. Entretanto, essa porcentagem cai para menos de 5% em uma dívida acima de seis meses.

Outro ponto importante que foi destacado é que o valor médio da dívida no Brasil é de R$ 4.493,90. O perfil dos endividados corresponde a pessoas entre 26 e 40 anos, representando 34,8%. 

Maiores causadores de dívidas

Veja quais são os maiores vilões do endividamento:

  • Cartão de crédito: 86,6%;
  • Carnês em lojas: 19%;
  • Financiamento de automóvel: 10,4%;
  • Crédito pessoal: 9%;
  • Financiamento de imóvel: 8,1%;
  • Crédito consignado: 5,5%;
  • Cheque especial: 5,4%. 

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Entre os anos de 2019 e 2022, a proporção de pessoas endividadas cresceu 14,3 pontos. Como um dos fatores que possibilitaram este cenário podemos citar a pandemia, que mudou os hábitos e paralisou pequenos e médios negócios.

Ademais, a paralisação de programas de incentivo como o Auxílio Emergencial contribuiu para a situação atual. Para o CEO da Deep Center, Gabriel Camargo, a solução para este cenário é a renegociação de dívidas através das instituições financeiras. 

Isso porque elas podem oferecer condições diferenciadas que podem ajudar os brasileiros a recuperarem o crédito e a retomarem a economia brasileira. 

Imagem: SB Arts Media / Shutterstock

Victória

Autor

Victória

Graduanda em Letras - Português/Inglês pela Universidade Federal de São Paulo, redatora apaixonada por escrita e comunicação.

Topicos relacionados