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Ex-funcionária de banco afirma que foi demitida por não fazer relatórios falsos

Uma ex-funcionária relata demissão por recusar produção de relatórios falsos em banco. Saiba mais informações!

Uma ex-funcionária de banco acusou a instituição financeira de demiti-la por se recusar a fazer relatórios falsos. Trata-se, portanto, de Kathleen Martin, ex-funcionária sênior do Citigroup Inc, que apontou seríssimas acusações contra a empresa.

Logo, entre as denúncias, estão omissão de informações críticas e manipulação de dados frente aos órgãos reguladores, por exemplo. A denúncia foi levada a juízo em Nova Iorque. Saiba mais informações na sequência!

Entenda as acusações da ex-funcionária do banco

Fachada do banco citibank
Imagem: TungCheung / shutterstock.com

No contexto da ação judicial ocorrida na última quarta-feira (22), Martin acusou especificamente Anand Selvakesari, diretor de operações do Citigroup, de pressioná-la a ocultar informações essenciais durante auditorias regulatórias. Essa ação tinha o objetivo de fazer com que os esforços de governança de dados do banco parecessem mais efetivos e avançados do que de fato eram.

Ademais, essa suposta manipulação ganha contornos mais graves ao considerar que o Citigroup recebeu uma multa de US$ 400 milhões anteriormente por falhas relacionadas justamente a estas práticas de governança. Isso lança suspeitos sobre a integridade dos processos de remodelagem que o banco afirmava estar implementando.

A atitude do Citigroup, conforme alegada por Martin, sugere uma desconformidade com as práticas éticas e legais exigidas para instituições de tal magnitude. Logo, isso pode enfraquecer não apenas a sua própria estabilidade, mas a do sistema financeiro global.

Saiba mais sobre o caso

Diante dessas acusações, o Citigroup optou por não comentar o caso de imediato. Por sua vez, no processo, Martin afirmou que inicialmente hesitou em deixar um cargo sênior no J.P. Morgan Chase & Co. até receber garantias do Citigroup de que houvesse o oferecimento de “uma posição de liderança de longo prazo” no banco.

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Por fim, as alegações destacadas podem incitar uma vigilância regulatória mais rígida não apenas sobre o Citigroup, mas possivelmente sobre todo o setor de bancos, a fim de assegurar que práticas similares não estejam ocorrendo em outras instituições.

Imagem: Andrey_Popov / shutterstock.com