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Executivos do Banco BMG e do Magalu cobram melhorias no Jovem Aprendiz

A lei de aprendizagem possibilita o trabalho formal entre os 14 e 24 anos.

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O programa Jovem Aprendiz está na boca dos executivos. Afinal, eles estão cobrando uma fiscalização mais rígida e regras mais claras para a lei criada em 2000. Os empresários representam grandes empresas como a Bauducco, o Magazine Luiza e o BMG Seguros. De acordo com Jorge Santanna, executivo do BMG, a intenção é unir os nomes do ramo empresarial para sugerir alterações na lei entre parlamentares de Brasília a partir de 2022. 

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Executivos do Banco BMG, do Magalu e de outras empresas cobram melhorias no Jovem Aprendiz

A lei de aprendizagem possibilita o trabalho formal entre os 14 e 24 anos. No entanto, os aprendizes precisam estar devidamente matriculados na escola para não ter o contrato encerrado. O emprego tem registro em carteira, com carga horária diária de 6 horas e obrigatoriedade de um curso teórico.

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De acordo com estudo do Ipea, o Jovem Aprendiz eleva em 40% a chance de manter o aluno matriculado. Além disso, a sociedade civil, os estudiosos e os empresários avaliam o programa como eficaz para reduzir a evasão escolar, que atualmente custa R$ 214 bilhões em talentos perdidos para o Brasil.

Para Santanna, é necessário haver a redução de impostos para quem contrata o Jovem Aprendiz e, por isso, precisa-se de incentivos fiscais. “Hoje, muitas empresas não veem a lei como uma ferramenta social, mas apenas como custo”, diz. Além disso, querem também regras mais definidas sobre o número de aprendizes contratados. 

Atualmente, os negócios com mínimo de 7 colaboradores, são obrigados a ter no mínimo 5% e máximo de 15% de aprendizes. Para o executivo, a porcentagem não especifica se na conta entram os empregados terceirizados, executivos, diretores, prestadores de serviços, e permite uma brecha para driblar a obrigação da lei. A iniciativa quer propor um banco de dados para a troca de informações sobre Jovem Aprendiz entre empresas, o que poderia aumentar contratações e possibilitar uma fiscalização mais rigorosa. 

Além de Santanna, a empresária Luiza Trajano, do Magazine Luiza, Paulo Cardamone, da Bauducco, e Ana Karina Bortoni Dias, CEO do BMG, estão entre os apoiadores da campanha do Jovem Aprendiz. 

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Imagem: industryviews / Shutterstock.com

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