Nesta segunda-feira (5), a Meta Platforms anunciou que o Facebook será forçado a retirar notícias de suas plataformas se o Congresso dos EUA aprovar uma lei de preservação competitiva no jornalismo.
Facebook anuncia que vai remover função importante para a rede
O Facebook vai remover função importante - o mesmo ocorreu em 2021 na Austrália. Leia a matéria para entender melhor!
Em suma, a legislação prevê a exclusão de notícias da rede no intuito de facilitar a negociação de grandes empresas do ramo cibernético, como Google e Facebook, com companhias de mídia. Nesse sentido, as emissoras pretendem discutir quais conteúdos podem estar online.
Contudo, o porta-voz da Meta Platforms, Andy Stone, defende que os anúncios beneficiam as emissoras de TV e que o projeto de lei é falho na consideração desse aspecto. Então, possivelmente, o Facebook vai remover a função de publicar e compartilhar notícias na rede.
A função já está indisponível na Austrália
Em março de 2021, legislação semelhante teve aprovação do governo da Austrália, o qual indica benefícios em sua adoção. Dessa forma, empresas como Google e Facebook já assinaram mais de 30 acordos e compensaram as empresas de mídia pela receita gerada por cada notícia.
Na época, o diretor geral do Facebook na Austrália e na Nova Zelândia fez o anúncio oficial, destacando opinião semelhante à de Andy Stone. Para ele, o governo australiano “compreende mal a relação entre a plataforma e os publishers que a usam para compartilhar conteúdos de notícias”.
Os danos por conteúdos publicados na rede
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Apesar da interpretação de Andy Stone como uma forma de informação e melhora dos resultados das companhias de mídia, há um padrão pouco seguro na postagem e no compartilhamento de notícias, que podem, inclusive, induzir usuários a golpes ou fake news.
Na realidade, o próprio governo da Austrália chegou a processar a Meta por conteúdo enganoso disposto na rede. A mesma preocupação ocorreu no Brasil durante o período de eleições, visto que o Facebook apresentava grave disseminação de fake news. Grande parte das ações de controle foi ato do governo brasileiro, não dos responsáveis pela Meta.
Imagem: askarim/shutterstock.com
