Tomou conta da internet a informação de que o Girabank, banco digital do influenciador Carlinhos Maia, estaria aplicando “golpes em massa” em seus clientes. As acusações teriam partido dos próprios funcionários da instituição financeira.
As informações são de que os funcionários utilizaram as redes sociais do Girabank para compartilhar as acusações contra o banco. Siga na leitura para entender o caso.
Girabank, banco de Carlinhos Maia, é acusado de aplicar golpes

Publicações feitas nos stories do Instagram oficial do Girabank, a mensagem afirmava: “Esta conta não está hackeada, somente a equipe de marketing do banco que cansou de ser enganada”. Na sequência, imagens de mensagens de clientes que alegam não conseguir movimentar seu próprio dinheiro.
Em outra imagem, a mensagem dizia “você também tem problema com o banco? Segue o @gusllara”. O perfil em questão é de um criador de conteúdo que teria anteriormente feito acusações de golpe contra o Girabank. Gus Lara afirmou que a instituição financeira do influenciador Carlinhos Maia estaria “roubando” dinheiro de correntistas e aplicando golpes financeiros em seus clientes.
Lara compartilhou relatos de clientes que alegavam dificuldades em realizar pagamentos por Pix, valores retidos, contas bloqueadas e até mesmo pessoas que afirmam ter sumido dinheiro de suas contas.
Carlinhos Maia se pronuncia sobre o assunto
Ainda na última sexta-feira (24), Carlinhos Maia utilizou suas redes sociais para se pronunciar sobre as acusações de golpe envolvendo o Girabank. O humorista negou todas as acusações e destacou que a instituição financeira possui “falhas” como qualquer outra, mas que não aplica golpes.
“Não acreditem nisso, o Girabank não está roubando o dinheiro de ninguém […] É um banco digital e, como qualquer outro banco, tem seus problemas e suas falhas, sai do ar, mas se estivesse roubando dinheiro de todo esse povo, já teria vindo à tona”, afirmou o influenciador em sequência de vídeos publicados nos atores do Instagram.
Carlinhos Maia disse ainda em sua declaração, que é um dos sócios do banco digital e que seu rosto é utilizado pela instituição financeira para marketing, mas que não entende de assuntos bancários. Por fim, ele reforçou que as acusações não condizem com a verdade.
Imagem: Fizkes/ Shutterstock
