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Febraban entende que queda dos juros do consignado é inviável, entenda!

Febraban contesta a redução do teto de juros para empréstimos consignados para aposentados do INSS. Saiba mais aqui!

Ellen D'AlessandroPor Ellen D'Alessandro2 min de leitura
Imagem de uma pessoa mexendo com dois blocos. Um com símbolo de porcentagem, outro com setas para cima e baixo.

Em uma recente decisão, o CNPS (Conselho Nacional da Previdência Social) decidiu reduzir o teto da taxa de juros para empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Sendo assim, a medida não foi bem recebida pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), que viu nela um grande prejuízo para os bancos. Além disso, um obstáculo para o acesso ao crédito por parte dos aposentados. Desse modo, na última quarta-feira (28), o CNPS reduziu a taxa máxima de juros para empréstimos consignados de 1,76% para 1,72% ao mês. Confira mais abaixo!

Consequências da redução na taxa de juros

Dois cubos de madeira com símbolo de percentual de setas em vermelho e verde, simbolizando as taxas de juros
Imagem: Jo Panuwat D / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Foi a sexta vez que reduziu-se essa taxa de juros desde março de 2023. Segundo a Febraban, esta situação torna inviável a oferta de crédito para aposentados e pensionistas que apresentam um risco maior. Destacam-se, por exemplo, os de idade mais avançada e de menor renda.

A Febraban afirmou que as reduções na taxa de juros estão prejudicando a parcela mais vulnerável da população de aposentados e pensionistas do INSS. Esta que precisa de acesso a crédito a taxas mais acessíveis.

No início de 2023, bancos privados, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal suspenderam o crédito consignado para aposentados, após uma redução anterior na taxa máxima de juros. Após algumas negociações, retomou-se o serviço. Porém, identificaram-se casos de cobranças acima do teto permitido pela CGU (Controladoria Geral da União).

Rebatendo as críticas

Embora a Febraban tenha criticado a mudança, o ministro da Previdência, Carlos Lupi, defendeu a medida. Segundo ele, a redução na taxa de juros acompanha os esforços do país em aquecer a economia.

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Por outro lado, a Febraban argumentou que, com a redução na taxa de juros, os aposentados estão sendo forçados a buscar outras formas de crédito mais caras. Isso, segundo a federação, contribui para o aumento do endividamento.

Imagem: Andrii Yalanskyi / shutterstock.com

Ellen D'Alessandro

Autor

Ellen D'Alessandro

Ellen D'Alessandro é redatora no portal Seu Crédito Digital. Tem 24 anos e cursa Letras – Português e Alemão na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Apaixonada por leitura e séries de TV, alia sua formação acadêmica ao trabalho com produção de conteúdo informativo sobre direitos sociais, economia e temas que impactam o dia a dia do cidadão brasileiro.

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