O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode aprovar o aumento do teto dos imóveis usados no programa “Minha Casa, Minha Vida”. A decisão deve sair nesta terça-feira (20), e irá atender às famílias presentes na Faixa 3, que tenham renda familiar entre R$ 4,4 mil até R$ 8 mil. Assim, o novo valor sairá de R$ 264 mil para R$ 350 mil.
Os integrantes das outras faixas também serão atendidos. Para os pertencentes das Faixa 1 e 2, o limite do valor do imóvel passa de R$ 145 mil, para municípios com até 100 mil habitantes. Nos demais, o teto sobe de R$ 190 mil para R$ 264 mil. Vale ressaltar que os presentes na Faixa 1 são famílias que ganham até R$ 2.640 mil, enquanto na 2, são famílias com renda mensal de até R$ 4,4 mil.
Colegiado do FGTS aumenta teto do Minha Casa, Minha Vida
A equipe deve aderir à proposta do governo para diminuir ou até zerar o valor da inicial da entrada nos financiamentos às famílias mais vulneráveis. A prioridade serão as presentes na Faixa 1. Assim, o subsídios do FGTS saem de R$ 47,5 mil por família para R$ 55 mil. Ele funciona como um desconto aos participantes do programa, onde sua localidade e renda familiar são avaliadas para receberem o suporte.
No total, o FGTS planeja destinar R$ 9,5 bilhões para subsídios. Há também o plano de distribuição de R$ 66 bilhões. O objetivo é destinar o montante aos financiamentos de imóveis para famílias que podem arcar com os pagamentos.
Ampliação do programa
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), juntamente com seus ministros, estuda ampliar o Minha Casa, Minha Vida para a classe média. Assim, famílias que ganham de R$ 8 mil até R$ 12 mil estariam no plano. No entanto, não há previsão de lançamento e votação da proposta.
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