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Fila do dinheiro esquecido tem redução de 99%

No segundo dia de abertura das consultas e resgates de dinheiro esquecido, a fila diminuiu seu tamanho em 99%. Entenda mais!

Paula PifferPor Paula Piffer2 min de leitura
Imagem de várias pessoas, entre homens e mulheres, em uma fila de espera na calçada.

A devolução de dinheiro esquecido foi retomada pelo Banco Central em 07 de março. Dessa forma, nesta data, o sistema para consultas e resgate teve cerca de 300 mil acessos simultâneos. Ou seja, uma fila enorme e demorada para quem gostaria de saber qual valor tinha disponível para resgate.

No entanto, no dia seguinte (8), a mesma plataforma acusou 290 acessos ao mesmo tempo. Ou seja, uma redução considerável de 99%. Sendo assim, quem optou por acessar um dia depois, economizou bastante tempo e evitou dores de cabeça.

Contudo, é importante ressaltar que o dinheiro esquecido é garantido individualmente pelo Banco Central. Ou seja, o que é de um indivíduo, não passará para outro. Por esse motivo, independentemente do dia da consulta e solicitação de resgate, o valor não altera.

Dinheiro esquecido do Banco Central

No final do primeiro dia de consulta dos valores, o Banco Central estimou que mais de um milhão de brasileiros conseguiram solicitar o resgate. Dessa forma, a autarquia estimou que os valores passaram dos R$ 62 milhões, só em 07 de março.

Entretanto, a maioria dos brasileiros se frustrou ao ver que o dinheiro esquecido não era tanto assim. Isso porque cerca de 29 milhões de pessoas têm menos de R$ 10 para resgatar. No entanto, 500 mil brasileiros têm mais de R$ 1 mil esquecidos em algum lugar.

Datas para acessar o sistema e pedir o resgate

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Para solicitar o resgate do dinheiro esquecido, basta acessar o SVR (Sistema Valores a receber), do Banco Central. Além disso, o responsável da conta ou os herdeiros podem resgatar os valores a qualquer momento.

Assim, a autarquia informou em nota que “independente do montante, o recurso pertence ao cidadão e deve a ele ser devolvido”. Ou seja, caso não haja resgate, o dinheiro não será destinado a lugar algum, dessa forma, permanecerá na conta correspondente do indivíduo.

Imagem: shu2260 / Shutterstock

Paula Piffer

Autor

Paula Piffer

Formada em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, atualmente é pós-graduanda em Negócios Digitais pela USP.

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