O número de migrantes irregulares aumentou nos últimos anos na região da Europa Ocidental. Dessa forma, a França fez um acordo com o Reino Unido para tentar diminuir esse número. O assunto está tão sério que o premiê britânico, Rishi Sunak, vai pagar por um centro de detenção ao norte do país francês.
França recebe ajuda financeira para construir centros de detenção
A França vai receber uma ajuda financeira de um país vizinho para construir centros de detenção para migrantes. Saiba mais.
Entre outros projetos, o valor que a Inglaterra vai investir no país chega a £ 480 milhões. Ou seja, em torno de R$ 3 trilhões. Contudo, Sunak autorizou o depósito de € 30 milhões nos próximos 3 anos, apenas para a construção dos centros de detenção.
Os migrantes que entrarem na França sem autorização serão detidos nesses espaços. Além disso, os indivíduos serão enviados de volta ao seu país de origem. Contudo, se por alguma questão de segurança não puderem voltar às suas origens, irão para o último país por onde passaram.
França recebe investimento para construir centros de detenção
Além do investimento do Reino Unido, Sunak também vai ajudar Emmanuel Macron, presidente francês, a monitorar o mar do norte do país. Dessa forma, criarão em conjunto um centro de comando para gerir 500 agentes que serão contratados para monitorar as praias da região.
Além disso, essa não é a primeira vez que o Reino Unido envia dinheiro à França para ajudar com tal assunto. Isso porque, em 2022, o investimento foi de € 70 milhões ao país liderado por Macron, com o intuito de combater a migração ilegal. Contudo, aparentemente o valor não foi suficiente.
Motivo do Reino Unido fazer altos investimentos
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Ninguém gosta de gastar dinheiro sem ver retornos, muito menos líderes de Governos europeus. Portanto, o Reino Unido investe alto para ajudar a França a resolver a migração ilegal porque as pessoas atravessam o Canal da Mancha e chegam à Inglaterra.
Só em 2022, os ingleses viram o número de migrantes que entram no país ilegalmente por essa região aumentar em 500%. Além disso, o assunto já foi motivo de tensão entre Boris Johnson, ex-Primeiro-Ministro Britânico, e Emmanuel Macron no passado.
Imagem: Frederick Millett e Frederick Millett / Shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital
