No dia 23 de fevereiro, em reunião com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, bancários do C6 Bank relataram abusos sofridos no banco digital. Assim, embora um dos pilares do C6 Bank seja ética, transparência e respeito, segundo funcionários, a realidade do ambiente de trabalho na instituição financeira passa longe disso.
Funcionários do C6 Bank relatam abusos; confira
Em reunião com o Sindicato dos Bancários, os funcionários do C6 Bank relataram abusos sofridos no banco digital. Confira!
À vista disso, Neiva Ribeiro, secretária-geral do Sindicato, afirmou que os funcionários do C6 Bank foram convidados para uma reunião para tratar a respeito das recentes demissões no banco digital e orientar aqueles que foram demitidos. No entanto, estes bancários relataram abusos a que foram submetidos na instituição.
“Muitos destes trabalhadores saíram de outros empregos, até mesmo de grandes bancos, para trabalhar no C6 Bank, acreditando em promessas de melhores condições de trabalho e maiores rendimentos. Porém, foram surpreendidos por uma rotina de abusos e, por fim, demitidos por telefone, em ligações que não duraram nem mesmo um minuto”, afirmou Neiva.
Relato de abusos
Portanto, os bancários do C6 Bank relataram abusos, como:
- Pressão absurda e constante pelo cumprimento de metas abusivas;
- Ausência de controle de jornada;
- Horas extras exaustivas, sem que houvesse o devido pagamento;
- Trabalhadores colocados em cargos de gestão, para não pagarem horas extras.
Dessa forma, de acordo com Neiva, o Sindicato colocou à disposição dos trabalhadores a assessoria jurídica individual. Além disso, também irá avaliar se entrará com medidas coletivas em benefício daqueles que foram demitidos do C6 Bank, além de exigir que o banco digital cumpra com a legislação e preserve os direitos e a saúde de seus funcionários.
Programa Próprio de Resultados do C6 Bank
Ademais, os trabalhadores do C6 Bank ouvidos pelo Sindicato também demonstraram preocupação em relação ao Programa Próprio de Resultados, que terá o pagamento no próximo dia 31 de março.
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Assim, os funcionários questionam se há transparência nos cálculos, sendo considerados os resultados, com possível manipulação das notas e, assim, redução do valor a ser pago aos bancários.
*As informações são do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
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