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Vale a pena investir nos fundos imobiliários ligados ao Minha Casa, Minha Vida?

Apesar de os FIIs geralmente serem compostos por fundos empresariais, há como investir em operações ligadas à habitação popular.

Andre de AngeloPor Andre de Angelo2 min de leitura
Pessoa segurando uma folha com textos e em frente um círculo branco com o símbolo e o nome do Minha Casa Minha Vida

Embora sejam bem incomuns no mercado de investimentos, é possível encontrar fundos imobiliários (FIIs) ligados ao Minha Casa, Minha Vida. Apesar de FIIs geralmente serem carteiras compostas por fundos empresariais, existem possibilidades de investir em operações ligadas à habitação popular.

Contudo, sabendo de sua existência, será que vale a pena investir em FIIs relacionados ao Minha Casa, Minha Vida? Para o ano de 2023, o governo anunciou que deverá entregar 15 mil moradias dentro do programa. Vamos entender como isso funciona no mercado dos fundos imobiliários:

FIIs ligados ao Minha Casa, Minha Vida

Disponíveis na bolsa de valores, existem carteiras relacionadas aos programas de moradia social. Sua relação, que é direta e indireta com o Minha Casa, Minha Vida, torna esses investimentos, também chamados de fundos de papel, uma opção para investidores.

De um certo modo, eles são como títulos que representam um pacote de receitas futuras. Assim, seja por meio de aluguéis ou parcelas de moradias vendidas aos antigos moradores que se apropriaram, esse “papel” tem valor determinado de acordo com a correção monetária, gerando um lucro mensal. 

Na prática, da mesma forma como os fundos imobiliários, rendem uma porcentagem em cima das cotas adquiridas todos os meses. A diferença é que estão relacionadas às parcelas do apartamento, e não a um aluguel pago mensalmente.

Entenda melhor

Esse mercado de fundos relacionados ao Minha Casa, Minha Vida traz lucros, também, em carteiras relacionadas à construção de imóveis. Depois de prontos, os patrimônios financiados pelo projeto são vendidos, gerando capital em cima disso. O nome da prática é Fundos de desenvolvimento e pode ser uma opção também.

No geral, os fundos imobiliários se comportam de maneiras similares. Para entender como funcionam, basta pensar da seguinte forma: o Fundo em questão é dono de um grande prédio comercial, alugado por muitas empresas.

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Essas empresas, que pagam o aluguel mensalmente, depositam o valor nesse fundo. No caso, o dono dele, que é quem recebe pelos aluguéis, são todos os donos de cotas. Dessa forma, os ganhos são proporcionais.

Assim, se a pessoa é dona de uma cota, recebe a porcentagem relacionada a ela. Da mesma forma, se for dona de 10 mil cotas, ganha proporcional a essas 10 mil.

Imagem: Monster Ztudio / shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital

Andre de Angelo

Autor

Andre de Angelo

Formado em jornalismo, atuo como redator web produzindo matérias e divulgando notícias relevantes.

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