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Preço do botijão de gás sobe nesta capital; confira quanto passa a custar

Botijão de gás acumula alta de até 3,91% em 2026 na Grande BH. Veja os preços, onde a diferença é maior e como economizar na compra.

Jessica CassanaPor Jessica Cassana··5 min de leitura
Preço do botijão de gás sobe nesta capital; confira quanto passa a custar

O preço do gás de cozinha continua pressionando o orçamento das famílias brasileiras. Em Belo Horizonte e na Região Metropolitana, o botijão de 13 kg acumulou alta de até 3,91% entre janeiro e julho de 2026, apesar de apresentar uma leve redução nos últimos três meses.

Os dados fazem parte de um levantamento realizado pelo Mercado Mineiro, que pesquisou os preços em 91 estabelecimentos entre os dias 28 e 29 de julho. O estudo mostra que, embora o consumidor tenha encontrado pequenas quedas recentes, o valor médio do gás permanece acima do registrado no início do ano.

Além do reajuste acumulado, outro dado chama a atenção: a diferença de preços entre os estabelecimentos chega a quase 62%, reforçando a importância de pesquisar antes da compra.

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Botijão de 13 kg acumula alta ao longo de 2026

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Imagem: Reprodução/Seu Crédito Digital

O botijão de 13 kg, utilizado pela maior parte das famílias brasileiras, registrou aumento tanto na modalidade com entrega quanto para retirada no depósito.

Com entrega

O preço médio passou de R$ 124,32, em janeiro, para R$ 128,63, em julho.

Isso representa uma alta acumulada de 3,46% no ano.

Apesar disso, na comparação com o último trimestre, houve uma pequena redução de 0,58%, equivalente a R$ 0,74.

Retirada no depósito

Quem opta por buscar o botijão diretamente no revendedor também encontrou aumento.

O preço médio chegou a R$ 113,95 em julho, acumulando alta de 3,91%, a maior entre todas as modalidades analisadas.

Nos últimos três meses, entretanto, o valor caiu 0,85%, redução média de R$ 0,98.

Cilindros de 45 kg também ficaram mais caros

Muito utilizados por restaurantes, padarias, lanchonetes, hotéis e empresas, os cilindros de 45 kg também registraram aumento no acumulado de 2026.

Entrega

  • Janeiro: R$ 471,44
  • Julho: R$ 480,59
  • Alta acumulada: 1,92%

No trimestre mais recente, houve queda de 0,53%, equivalente a R$ 2,55.

Retirada no depósito

O preço médio atingiu R$ 452,79, representando aumento de 1,04% desde janeiro.

Na comparação trimestral, a redução foi de 0,70%, ou R$ 3,21.

Botijão vazio praticamente não sofreu reajuste

Quem precisa comprar apenas o casco do botijão encontrou pouca variação ao longo do ano.

O preço médio do recipiente de 13 kg ficou em R$ 202,27, alta de apenas 0,34% em relação ao início de 2026.

No último trimestre, o valor permaneceu estável.

Diferença de preços entre revendedores impressiona

O levantamento do Mercado Mineiro mostra que a maior oportunidade de economia continua sendo a pesquisa de preços.

Em alguns casos, o mesmo produto apresenta diferenças bastante significativas dependendo do estabelecimento.

Botijão de 13 kg retirado no depósito

  • Menor preço: R$ 100,00
  • Maior preço: R$ 145,00
  • Diferença: 45%

Botijão de 13 kg com entrega

  • Menor preço: R$ 115,00
  • Maior preço: R$ 150,00
  • Diferença: 30,43%

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Cilindro de 45 kg retirado no depósito

  • Menor preço: R$ 420,00
  • Maior preço: R$ 680,00
  • Diferença: 61,9%, a maior registrada na pesquisa.

Esses números mostram que comparar preços antes da compra pode representar uma economia relevante, especialmente para consumidores comerciais que utilizam grandes volumes de gás.

O que explica a leve queda recente?

Embora o acumulado do ano permaneça positivo, o levantamento aponta um pequeno recuo nos preços médios entre abril e julho.

Essa movimentação pode estar relacionada a fatores como:

  • ajustes na cadeia de distribuição;
  • maior concorrência entre revendedores;
  • oscilações nos custos logísticos;
  • comportamento regional da oferta e da demanda.

Mesmo assim, a redução ainda não foi suficiente para anular os aumentos registrados no início de 2026.

Pesquisa continua sendo a principal forma de economizar

Imagem: Reprodução / Seu Crédito Digital

Segundo o administrador do Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, a pesquisa reforça que o consumidor deve comparar os valores antes de fechar a compra.

Como o gás de cozinha é um item essencial para praticamente todas as famílias, pequenas diferenças de preço entre estabelecimentos podem gerar economia ao longo do ano.

Além disso, é importante adquirir o produto apenas em revendedores autorizados, prática recomendada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), garantindo mais segurança e a procedência do botijão.

Resumo da pesquisa de preços

ProdutoPreço médio em julhoAlta em 2026Variação no trimestre
Botijão 13 kg (entrega)R$ 128,63+3,46%-0,58%
Botijão 13 kg (retirada)R$ 113,95+3,91%-0,85%
Cilindro 45 kg (entrega)R$ 480,59+1,92%-0,53%
Cilindro 45 kg (retirada)R$ 452,79+1,04%-0,70%
Botijão vazio 13 kgR$ 202,27+0,34%Estável

Vale a pena pesquisar antes de comprar?

Os dados mostram que sim. Enquanto o preço médio do botijão segue acima do registrado no início do ano, a diferença entre o menor e o maior valor encontrado na Grande BH chega a quase 62% em alguns produtos.

Para quem utiliza gás de cozinha regularmente, pesquisar preços, acompanhar promoções e comprar apenas em revendedores autorizados continua sendo a estratégia mais eficiente para reduzir gastos sem abrir mão da segurança.

INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:

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