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Geração de empregos no Brasil dispara; confira os números

Ministério do Trabalho divulga alta considerável nos números de novos postos de trabalho. Saldo aumenta o contingente anual. Confira!

Guilherme TirelliPor Guilherme Tirelli2 min de leitura
mãos assinando uma carteira de trabalho

Mais de 195 mil empregos com carteira assinada foram criados em março deste ano. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho, nesta quinta-feira (27/04). Os números são do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Esse resultado é fruto de 2.168.418 admissões e 1.973.247 demissões protocolados no mês. Quando comparado com fevereiro, que registrou saldo de 245.813 empregos criados, o número caiu 20,6%.

Contudo, o resultado representa uma alta de 97,6%, em comparação com março do ano passado. No primeiro trimestre deste ano, o Brasil já criou 526 mil oportunidades com carteira assinada.

Repercussão dos dados

O resultado superou as expectativas do mercado, visto que, conforme pesquisa realizada pelo Broadcast, os investidores esperavam a criação de 96 mil novas vagas de trabalho. Dessa forma, todas as regiões do país registraram um saldo positivo de empregos, sendo que o Sudeste liderou a relação com mais de 113 mil oportunidades.

O saldo positivo na geração de empregos em março decorre da abertura de vagas em cinco setores da economia: serviços (responsável por 122.323 postos), construção (33.641), indústria geral (20.984) e comércio. A agropecuária é o único setor que teve números negativos ao fechar 332 cargos.

Contudo, o salário médio de admissão de novos trabalhadores caiu. O valor que antes era cerca de R$ 1990,78, agora passa a ser de R$ 1.960,72, o que representa uma redução de R$ 30,06. Ainda assim, a quantidade de carteiras assinadas no Brasil atingiu 42,97 milhões. Isso representa um crescimento de 0,46% em comparação com fevereiro.

Sobre o Caged

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O levantamento do Novo Caged aborda somente contratos que foram firmados sob carteira assinada. Devido ao fato de as empresas poderem registrar as informações de contratações e demissões de forma retroativa, os dados variam mensalmente. A pesquisa não abrange o mercado de trabalho informal.

Desde o início de 2020, as companhias devem declarar as movimentações de postos de trabalho via eSocial. A plataforma substitui o antigo sistema do Caged.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

Guilherme Tirelli

Autor

Guilherme Tirelli

Fissurado por novos desafios e aventuras, contar histórias e escrever são as minhas paixões. Acredito, portanto, no poder das palavras para construir pontes e emocionar. Atualmente estou no 6º semestre de Jornalismo pela Puc-SP, navegando por todos os campos da comunicação.

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