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Golpistas estão mirando em motoristas deste estado; veja como se proteger

Avatar de Fernanda Cadaval Fernanda Cadaval · · · 2 min de leitura
Motorista preocupado, com as mãos no rosto.

Quem comete golpes está sempre atento para os impostos que estão em época de pagamento. Isso porque a procura pela emissão de boletos é maior neste período e as chances de atrair vítimas é maior. Assim, o pagamento do IPVA em Minas Gerais está sob o alvo de criminosos.

Foram notados no estado o envio de links e boletos falsos das guias do IPVA para motoristas. Por isso, a Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG) alerta os contribuintes que fiquem atentos e desconfiem de contato feito por pessoa física ou empresa em nome da SEF.

Entenda o como o golpe é aplicado

No estado de Minas Gerais, os motoristas estão recebendo via e-mail e redes sociais links e boletos para pagamento do IPVA. No entanto, esse contato não é realizado pela Secretaria da Fazenda de Minas Gerais, o que se configura, portanto, em mais um golpe envolvendo o pagamento de tributos.

Ao clicar no link que os criminosos enviam, as vítimas se direcionam para uma página falsa. O objetivo é roubar os dados dos usuários, causar conflito entre os contribuintes e a Fazenda e até aplicar golpes financeiros caso o motorista pague o boleto falso.

Além disso, no início do ano também foi registrado o recebimento, via WhatsApp e Telegram, de notícias falsas em relação a um suposto aumento no valor pago pelo licenciamento dos veículos em Minas.

Saiba como se proteger

Para não cair em golpes, é preciso ficar atento aos canais oficiais dos órgãos. A SEF salienta que não envia links ou boletos por e-mail, aplicativos de mensagens ou redes sociais.

O órgão também ressalta que não se faz o envio via correio. Os contribuintes devem se direcionar somente para o site ou no perfil do Instagram. 

Outra dica é prestar atenção no endereço que está sendo acessado. Qualquer nome que apareça sem ser da Fazenda, o contribuinte deve ignorar.

Por último, a SEF alerta para o emissor da guia de pagamento que “se surgir um nome de uma pessoa física ou empresa, não conclua a operação, pois o documento pode ser fraudulento”.

Imagem: Pathdoc / Shutterstock.com

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