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Governador usa R$ 240 milhões para gerar novos empregos

Este governador vai investir R$ 240 milhões em novos empregos. Veja aqui quais serão os profissionais contratados e onde eles irão atuar.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
Homem de paletó preto segurando, como que escondido, notas de dinheiro

Hoje (13), o governador do estado de São Paulo (SP), o secretário estadual da Educação e o secretário da Segurança de uma escola estadual, respectivamente, Tarcísio Freitas, Renato Feder e Guilherme Derrite, anunciaram um investimento de R$ 240 milhões para gerar novos empregos. 

Ao todo, serão 1.550 profissionais contratados. A maioria das vagas serão destinadas a vigilantes do setor privado. Por outro lado, haverá o preenchimento de 550 vagas de psicólogos. Todos os profissionais irão atuar nas escolas do estado de SP. 

O governador se viu diante dessa necessidade devido aos recentes ataques e ameaças às escolas de todo país. Com isso em vista, os psicólogos irão prestar atendimentos em cerca de 5 mil unidades escolares. 

Como os psicólogos irão atuar?

Em seu anúncio, Feder explicou que os psicólogos contratados farão visitas semanais nas escolas mais vulneráveis do estado de SP. De acordo com ele, o processo para que esses especialistas sejam contratados já se encontra em andamento e o prazo do contrato será de 2 anos e 5 meses. 

Na escola, geralmente o profissional que presta o primeiro atendimento relacionado à saúde mental dos alunos é o próprio professor. Diante disso, secretário estadual da Educação também destacou que os professores irão passar por um treinamento. 

Hoje há cerca de 1,8 mil professores treinados para esse tipo de acolhimento. O objetivo do governo de SP é treinar mais 5 mil professores. Além disso, as escolas também terão vigilantes. 

Como os vigilantes irão atuar?

Os mil vigilantes que serão contratados não farão o uso de armas no ambiente escolar. Esses profissionais serão terceirizados, porque serão contratados por meio de empresas de segurança privada.

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Tarcísio destacou que a escolha de um vigilante e não de um policial foi devido ao objetivo do profissional ter um vínculo com os alunos do ambiente escolar. Se fossem policiais, por exemplo, eles trabalhariam em dias alternados. 

Dessa forma, o vínculo diário com os alunos fará com que esse vigilante esteja preparado para perceber situações conflituosas. Assim, ele poderá agir da melhor maneira conforme o problema em questão.

Imagem: 2p2play / shutterstock.com

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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