O novo governo está empenhado na busca do reequilíbrio das contas públicas. Para isso, a equipe econômica anunciou recentemente quais as medidas que devem ser adotadas.
Governo cria medidas econômicas para reequilibrar contas públicas: veja os detalhes!
Em tentativa de recuperar o equilíbrio das contas públicas, equipe econômica do novo governo busca definir medidas que serão adotadas.
Entre as principais ações, segundo anúncio do governo divulgado na última quinta-feira, dia 12, estão o aumento de arrecadação e o corte de despesas.
Confira os detalhes do plano de ação que o governo Lula deve seguir.
Governo busca reequilíbrio das contas públicas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já começou a adotar medidas na busca pelo reequilíbrio das contas públicas.
Recentemente, Lula assinou uma medida sobre a criação do programa de renegociação de dívidas de empresas e outra revogando decisões tomadas nos últimos dias do governo anterior sobre desonerações.
De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, as medidas adotadas e as que ainda estão sendo planejadas podem resultar no mesmo valor das contas que fecharam o governo de 2022.
Segundo o anúncio do dia 12, o governo planeja atingir R$ 242,7 bilhões, que contribuirão no processo de reparação do rombo nas contas públicas.
Medidas em grupos
Inicialmente, o governo pretende iniciar as medidas econômicas classificadas em grupos, que Haddad prefere não chamar de “pacote” ou “plano”. Entre as medidas, estão:
- Ações de receitas permanentes;
- Plano de redução de despesas;
- Reestimativas de receitas;
- Ações de receitas extraordinárias.
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Expectativas altas
O governo planeja que, até o final de 2023, as contas públicas apresentem saldo negativo de R$ 90 bilhões e R$ 100 bilhões, cerca de metade do valor calculado por Paulo Guedes no governo anterior, que apontava R$ 230 milhões.
Durante a divulgação do planejamento que aconteceu no Ministério da Fazenda, Fernando Haddad afirmou que “essas medidas, aprovadas pelo Congresso, se tiverem uma resposta que nós consideramos possível da autoridade monetária, acho que podemos pensar em fechar 2023 com um déficit inferior a 1%. Estamos fixando uma meta para fechar entre 0,5% e 1% o déficit primário em 2023”.
Imagem: Isaac Fontana / shutterstock.com
