Na segunda-feira (22), o governo federal anunciou uma nova política industrial para o Brasil, com metas de desenvolvimento até 2033. O presidente Lula (PT) recebeu o documento, que foi elaborado em colaboração com 20 ministérios, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e 21 entidades representativas.
Governo Lula anuncia nova política industrial; entenda as medidas
Conheça as medidas da nova política industrial anunciada pelo governo Lula para fortalecer setores-chave. Saiba mais!
Essa nova política de desenvolvimento, chamada de Nova Indústria Brasil, busca revitalizar a indústria nacional, enfrentando os desafios associados à perda precoce de sua força. A iniciativa reflete o compromisso do governo em fortalecer a base produtiva brasileira e promover o crescimento econômico.
Governo Lula: nova política industrial para o Brasil
Para concretizar essa estratégia da nova política industrial para o Brasil, o governo federal definiu uma série de medidas que incluem linhas de crédito especiais e recursos não reembolsáveis, impulsionando ações regulatórias e de propriedade intelectual e estabelecendo uma nova política de obras e compras públicas.

Dessa maneira, o programa, que apresenta “uma visão de futuro”, segundo o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, tem como objetivo cumprir todas as seis missões definidas até o ano de 2033.
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Alckmin, também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, afirmou, por fim, que essa política é “uma declaração de confiança em nossa capacidade de competir e liderar áreas estratégicas diante do mundo”.
Fortalecimento das cadeias agroindustriais
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A primeira meta do programa de política industrial do governo Lula visa ao fortalecimento das cadeias agroindustriais, priorizando a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros. Dessa forma, para alcançar esse objetivo, determina-se que, até o final da próxima década, os produtores familiares mecanizem 70% de seus estabelecimentos agrícolas.
Além disso, destaca-se a relevância da produção nacional, visando à fabricação de 95% dessas máquinas dentro do território brasileiro. Isso ressalta, então, a ênfase na autonomia e no fortalecimento da indústria doméstica para atender às demandas do setor agrícola.
Outra meta engloba o setor da saúde e pressupõe uma progressiva autossuficiência. O programa, até 2033, ambiciona atingir a marca de 70% das necessidades nacionais em medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos produzidos em território brasileiro.
Imagem: Isaac Fontana / Shutterstock.com
