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Governo Lula tem déficit parecido com o da pandemia; entenda

Governo Lula tem déficit quase igual ao da Covid, mesmo sem pandemia. Saiba mais sobre os números e impactos econômicos!

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta desafios econômicos significativos, acentuados recentemente pelas severas enchentes no Rio Grande do Sul. Esses eventos não só afetaram diretamente a região, mas também impulsionaram uma série de medidas fiscais que poderão influenciar a trajetória econômica do Brasil nos próximos anos.

Dessa forma, entenda mais sobre esses números e os possíveis impactos econômicos para o país. Continue a leitura para mais informações!

Enchentes no RS impactam economia no Governo Lula

presidente Lula pensativo, segurando o óculos
Imagem: Isaac Fontana / Shutterstock.com

Com os gastos emergenciais e a suspensão dos pagamentos das dívidas, o déficit nominal do Brasil, que já apresentava números elevados, continuará a crescer. Especialistas alertam que a trajetória da dívida pública brasileira, que pode alcançar 80% do PIB, representa uma ameaça à estabilidade fiscal do país. Assim, a previsão para os próximos anos são as seguintes:

  • 2025: Estimativa de dívida sobre o PIB aumenta de 76% para 76,15%;
  • 2026: Previsão sobe de 77,5% para 78% do PIB;
  • 2027: Projeção ascende de 75% para 76% do PIB.

Ademais, dados do Banco Central revelam que o déficit nominal do Brasil alcançou R$ 998,6 bilhões no acumulado de 12 meses até março. O ponto mais baixo do resultado nominal ocorreu em janeiro de 2021, totalizando R$ 1,016 trilhão.

Diante desse cenário, é preciso que políticas de consolidação fiscal e medidas para aumento da eficiência dos gastos públicos sejam prioritárias na agenda econômica do governo. A redução das renúncias fiscais e a correção das distorções do sistema tributário são passos considerados essenciais pelos analistas financeiros.

Saiba mais sobre as ações governamentais

O Ministro da Fazenda de Lula, Fernando Haddad, mencionou que o governo está focado em recompor a base fiscal do Brasil, enfraquecida após anos de déficits.

Além disso, Haddad reiterou a meta do governo de zerar o déficit primário em 2024 e destacou a importância de manter um diálogo aberto com todos os poderes em prol da saúde fiscal do país.

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A expectativa do governo é que, com essas medidas, o Brasil não só enfrente os desafios atuais, mas também fortaleça sua economia para atrair mais investimentos. Apesar das adversidades, o otimismo prevalece no discurso oficial. Logo, há a crença na recuperação econômica e na capacidade de superação das calamidades naturais e desafios fiscais.

Imagem: Isaac Fontana / Shutterstock.com