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Governo planeja ajuda de R$ 5 mil a famílias gaúchas desabrigadas no Bolsa Família

Saiba mais sobre a preparação de uma ajuda financeira do governo federal para famílias no Rio Grande do Sul!

Em resposta à tragédia climática que assolou o Rio Grande do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está conduzindo reuniões com ministros do governo e autoridades locais para formalizar medidas de apoio às famílias gravemente afetadas. Uma reunião a esse respeito ocorreu no último dia 13.

Dessa forma, uma das principais medidas em discussão é a concessão de um auxílio financeiro às famílias afetadas pelas enchentes. Continue a leitura para mais informações!

Quais são as medidas que o governo discute adotar?

Uma nota de 200 reais, uma de 100 e uma de 50 junto com algumas moedas de 1 real sobre superfície
Imagem: Rafastockbr / Shutterstock.com

A proposta mais destacada sugerida em reunião é a de oferecer uma ajuda financeira imediata, sendo uma parcela única de R$ 5.000 para cerca de 100.000 famílias. Isso implica um investimento governamental direto na ordem de R$ 500 milhões.

Ademais, a medida do governo visa não apenas aliviar a situação emergencial das famílias, mas também fomentar a retomada econômica nas áreas mais atingidas.

Ainda, o programa Bolsa Família poderá ser um pilar de sustentação para aqueles que perderam suas casas ou fontes de renda. A inclusão emergencial de desabrigados no programa é uma das frentes de atuação discutidas para garantir uma rede de segurança social. As informações são do colunista Valdo Cruz, do g1.

Projeções e planos futuros

Nas reuniões subsequentes, incluindo encontros com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, estão sendo delineadas estratégias a longo prazo. Uma dessas estratégias inclui o planejamento para a reconstrução de bairros inteiros a fim de reassentar famílias que não podem retornar às suas antigas residências.

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Por fim, o governo também considerou abrir linhas de crédito para ajudar as famílias a recomeçarem suas vidas. Porém, o presidente Lula percebeu que aquelas em situação de desalento não poderiam arcar com mais dívidas e lidar com a burocracia bancária. Para as famílias sem casa, o governo federal e estadual planejam reconstruir bairros para realocá-las.

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