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Governo vai doar imóveis públicos para habitação popular; saiba mais

Um programa do Governo Federal mapeou imóveis abandonados sob posse da União para serem reutilizados de diversas formas. Confira!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo2 min de leitura
Mãos de uma pessoa segurando miniatura de um imóvel residencial e uma chave cpf

Uma iniciativa do Governo Federal mapeou cerca de 500 bens da União que envolvem prédios, galpões e terrenos. Eles estão sem utilização, abandonados ou ocupados por movimentos sociais e terão destino para outros fins.

A medida faz parte do programa “Democratização dos Imóveis da União”, que visa destinar esses locais a habitações populares, educação, saúde pública, esportes e lazer, entre outras políticas públicas. Saiba mais informações a seguir.

Imóveis da União serão reutilizados

O Ministério da Gestão é o responsável pelo programa do Governo Federal que tem como objetivo transformar construções abandonadas e que pertencem à União em lugares que oferecem desde serviços à população até moradias.

Ao todo, já foram 500 bens mapeados em todo o Brasil. A ideia é de então distribuí-los às prefeituras, à população de baixa renda e até mesmo para a iniciativa privada.

De acordo com Esther Dweck, ministra da gestão, a medida é de difícil execução e é um projeto ambicioso. Além disso, a maior parte dos imóveis está em situação precária. Porém, a ordem dada pelo presidente Lula é que todos eles tenham destinação para atender a população.

“Tem desde prédios que já são edificados, que podem ser reformados para virar habitação popular, a terrenos vazios, que também podem ser aproveitados. Quinhentos é a nossa meta até o fim de 2026”, disse Esther em entrevista ao jornal O Globo.

A localização dos imóveis

As construções que constam na lista para reaproveitamento estão distribuídas por todo o país. Porém, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Pará são os que apresentam o maior número de construções.

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Eles terão que passar por reformas, como a modernização de estruturas, iluminação, instalações e fachada. Por exemplo, em São Paulo, o prédio do antigo Instituto Brasileiro do Café, na Mooca, é um dos que devem passar pelo reaproveitamento.

Já em Porto Alegre, o Edifício Protetora, com 17 pavimentos, também está entre os nomes da lista. Enquanto em Fortaleza, está considera-se um prédio com 24 apartamentos na localidade no Parque Ibiapava, que é ocupado por famílias desde a década de 60.

Imagem: Kanjana Kawfang/shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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