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Governo vê problema no rotativo do consignado do INSS; entenda

De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, muitos beneficiários estão com dificuldade de sair do rotativo do consignado. Confira.

Avatar de Djamilla Ribeiro Martins Djamilla Ribeiro Martins · · 2 min de leitura
Smartphone próximo a notas de real e um cofre em forma de porquinho exibe o logo do INSS

Desde a segunda quinzena deste mês, o consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), está envolvido em diversas polêmicas. Desta vez, trata-se do rotativo – taxas cobradas sobre o parcelamento de faturas – dessa modalidade, na qual o governo identificou novos problemas na última sexta-feira (24). 

Contudo, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), o assunto já está sendo discutido pelo Governo. Haddad afirmou que “muitas famílias estão com problemas para sair do rotativo do consignado”.

Teto do consignado

Já em relação ao novo teto da taxa do consignado do INSS, o ministro afirmou que o Governo ainda estuda um novo patamar, mas no meio do caminho tem descoberto alguns problemas. Dessa forma, embora tenha encontrado alguns bancos que já praticam taxa de juros menor que 2% ao mês, outros problemas estão sendo levantados, como o rotativo do consignado.

Na última sexta-feira (24), técnicos do Governo e representantes de bancos que disponibilizam o consignado do INSS se reuniram em São Paulo. Assim, as instituições financeiras apresentaram um novo patamar de juros para que haja a retomada da concessão desse tipo de empréstimo.

Nesta terça-feira (28), o novo teto de juros deverá ser estabelecido pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS).

Polêmica da taxa de juros

Embora diversas instituições financeiras tenham suspendido o consignado do INSS após a redução do teto de juros de 2,14% para 1,7%, de acordo com o Banco Central, quatro instituições já ofereciam o empréstimo abaixo do determinado, sendo elas:

  • Sicoob (1,68%);
  • Cetelem (1,65%);
  • BRB (1,63%);
  • CCB Brasil (1,31%).

No entanto, entre os bancos que suspenderam a modalidade de crédito, estão os principais do Brasil, como:

  • Banco do Brasil;
  • Caixa Econômica Federal;
  • Santander;
  • Mercantil do Brasil;
  • Bradesco;
  • Itaú Unibanco;
  • Santander;
  • C6 Bank.

Assim, esses bancos aguardam um posicionamento do Governo para que voltem a disponibilizar o empréstimo.

Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

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