O GPA informou que André Francez Nassar (membro efetivo) e Diego Xavier Mendes (membro suplente) apresentaram cartas de renúncia aos cargos no conselho fiscal da companhia.
GPA confirma saída de membros do Conselho Fiscal
GPA comunica à CVM as renúncias de André Francez Nassar e Diego Xavier Mendes no conselho fiscal e diz que adotará medidas para eleger novos membros. Entenda!
O comunicado foi protocolado na CVM na tarde de domingo, 17 de agosto de 2025, com a indicação de que a empresa adotará as medidas necessárias para a oportuna eleição de um novo membro efetivo e de seu respectivo suplente, mantendo o mercado atualizado.
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Linha do tempo do processo

- 8 de agosto: renúncia de André Francez Nassar ao posto de membro efetivo do conselho fiscal.
- 16 de agosto: renúncia de Diego Xavier Mendes ao posto de membro suplente.
- 17 de agosto: comunicado ao mercado enviado à CVM com os encaminhamentos da companhia.
Em situações como essa, a Lei das S.A. e o estatuto social da companhia estabelecem os ritos para substituição e eleição dos novos integrantes, preservando a continuidade dos trabalhos de fiscalização.
O que é o conselho fiscal e por que ele importa
O conselho fiscal é um órgão de fiscalização independente da administração, com atribuições como examinar demonstrações financeiras, acompanhar atos de gestão, avaliar propostas da administração submetidas aos acionistas (por exemplo, distribuição de dividendos) e reportar-se diretamente à assembleia quando identificar riscos ou inconsistências relevantes. Diferente do conselho de administração, ele não delibera sobre estratégia, mas atua como guardião da transparência e da integridade das contas.
Composição e funcionamento em linhas gerais
- Pode funcionar de modo permanente (como ocorre em várias companhias listadas) ou não permanente, quando instalado por solicitação de acionistas.
- É formado por membros efetivos e suplentes, eleitos em assembleia geral.
- Seus integrantes devem ter independência, idoneidade e qualificação técnica, observando vedações legais (por exemplo, não podem ser diretores da companhia).
Próximos passos do GPA: o que esperar da companhia
No comunicado, o GPA afirma que tomará as providências para a eleição de um novo membro efetivo do conselho fiscal e seu respectivo suplente. Em termos práticos, os caminhos usuais são:
Convocação e eleição
- Avaliação interna do quadro de candidatos qualificados, considerando experiências em auditoria, contabilidade, gestão de riscos e governança.
- Definição do rito (eleição em assembleia geral ou outro procedimento previsto no estatuto social) para preencher as vagas.
- Divulgação de fatos relevantes e comunicados conforme as etapas forem sendo cumpridas, garantindo simetria de informação a todos os investidores.
Continuidade dos trabalhos
Enquanto o processo de eleição acontece, o GPA tende a preservar a regularidade das rotinas de fiscalização e acompanhamento das contas, de modo a não comprometer a agenda de encerramento trimestral e interações com auditoria externa.
Impactos potenciais para governança e mercado
Mudanças na composição do conselho fiscal não significam, por si, alterações na estratégia do negócio, mas sinalizam pontos de atenção para investidores e credores:
H3. Governança e transparência
- Renovações podem oxigenar o órgão com novas competências (por exemplo, experiência em controles internos, compliance, ciber-risco e ESG).
- Transição planejada e comunicação clara mitigam a percepção de risco de governança.
H3. Calendário corporativo
- A eleição de substitutos deve ocorrer em tempo hábil para não afetar cronogramas de fechamento de balanço, pareceres do conselho e interações com a auditoria.
H3. Sinal ao mercado
- Para companhias listadas como o GPA (PCAR3), o diálogo consistente com investidores após mudanças em órgãos de fiscalização reduz volatilidade e ajusta expectativas.
- O histórico de compliance e qualidade de disclosure tende a pesar mais do que a troca de nomes, desde que o processo sucessório seja rápido e técnico.
Como o investidor pode acompanhar o processo
H3. Canais oficiais
- CVMe o site de RI: onde serão publicados comunicados e documentos referentes à eleição dos novos membros.
- Relatórios trimestrais e demonstrações financeiras: para monitorar eventuais apontamentos do conselho fiscal.
- Assembleias: deliberações e votações sobre composição e remuneração do órgão.
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H3. Sinais a observar
- Prazo entre as renúncias e a eleição dos substitutos.
- Perfil técnico dos indicados (formação, experiência em auditoria, certificações).
- Interações com auditoria independente e eventuais recomendações do conselho.
O que dizem as primeiras leituras do mercado
Relatos da imprensa especializada e de portais financeiros confirmam as renúncias e destacam a rapidez do GPA em formalizar o fato à CVM e informar que providenciará a eleição de substitutos, o que é consistente com boas práticas de governança. Em parte dessas coberturas, são apontadas as datas de cada renúncia (8 e 16 de agosto) e a divulgação do comunicado no dia 17.
A aderência ao rito e a agilidade na comunicação costumam ser vistas como sinais positivos pelo mercado, especialmente quando não há indicação de impacto sobre demonstrações financeiras ou sobre a execução da estratégia.
Entenda: por que as empresas trocam membros do conselho fiscal

Trocas nesse órgão podem ocorrer por motivos diversos, como incompatibilidade de agenda, mudança de residência, conflitos de interesse supervenientes, novas responsabilidades profissionais ou reorganizações em conselhos e comitês. Em todas as hipóteses, a prioridade é manter o quórum e a qualificação técnica dos integrantes.
Boas práticas em processos de substituição
- Mapeamento de candidatos com formação em contabilidade, auditoria, finanças e gestão de riscos.
- Independência e ausência de impedimentos previstos em lei.
- Transparência com o mercado durante o processo.
Guia para cobertura jornalística e SEO: o que destacar
- Fato novo: renúncia de dois integrantes do conselho fiscal no mês e comunicado à CVM em 17/8.
- Encaminhamento: GPA prepara eleição de substitutos (membro efetivo e suplente).
- Contexto de governança: importância do conselho fiscal como órgão de fiscalização e independência.
- Agenda do investidor: próximas publicações e assembleias como marcos de acompanhamento.
Considerações finais
A dupla renúncia no conselho fiscal do GPA — formalizada em comunicado à CVM — abre um processo sucessório que será acompanhado de perto pelo mercado. Ao informar que adotará as medidas necessárias para a eleição de substitutos e que manterá o mercado informado, a companhia alinha-se às boas práticas de governança e transparência.
Para acionistas e analistas, a chave, agora, é observar a celeridade na recomposição do órgão e o perfil técnico dos novos integrantes, elementos fundamentais para a qualidade do oversight e para a confiança nas demonstrações financeiras e na condução dos negócios.
