O mercado financeiro está agitado com os acontecimentos das últimas semanas. A falência do Silicon Valley Bank (SVB), a compra do Credit Suisse pelo UBS e a forte queda nas ações do Deutsche Bank deixaram grande banco britânico em alerta.
Grande banco está em alerta máximo; entenda o que aconteceu
Depois de fortes oscilações no mercado financeiro, grande banco está vigilante para evitar maiores problemas. Entenda a situação.
O Banco da Inglaterra – o equivalente ao ‘Banco Central’ do Reino Unido – está acompanhando de perto as movimentações do mercado. De acordo com o presidente da instituição, Andrew Bailey, os investidores estão especulando para achar os pontos fracos entre os bancos internacionais.
Assim, a volatilidade do mercado financeiro dos últimos dias serviria para encontrar as fraquezas no sistema. Porém, reguladores e analistas de todo o mundo temem que esse movimento gere uma crise ainda maior.
‘Banco Central’ do Reino Unido afirma que mercado nacional está seguro
Durante depoimento junto ao Comitê do Tesouro no Parlamento Britânico, o presidente do Banco da Inglaterra afirmou que, apesar da situação instável, o sistema financeiro do Reino Unido não foi abalado.
Interrogado sobre a situação do SVB UK, Bailey disse que à filial britânica do banco americano estava bem capitalizada. Entretanto, não teria sobrevivido à falência da sua matriz. Por isso, esse grande banco estava se preparando para atuar na insolvência da instituição até o anúncio da compra pelo HSBC.
Já o Credit Suisse vinha perdendo espaço no mercado há anos e apresentava resultados ruins há algum tempo. No início do mês, ele anunciou que tinha encontrado uma fraqueza material na sua contabilidade. Com isso, suas ações caíram mais de 25%.
Para evitar o colapso do sistema financeiro suíço, o governo do país alterou as regras vigentes para que o maior banco da Suíça (UBS) pudesse comprar o Credit Suisse e manter a estabilidade da economia.
Vigilância constante
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Também durante depoimento para o Parlamento, o vice-presidente do grande banco da Inglaterra, Dave Ramsden, disse que é preciso acompanhar de perto as oscilações do mercado, principalmente os custos de financiamentos bancários e como isso atinge o povo do Reino Unido.
Além disso, um dos vice-diretores do banco, Sam Woods, disse que desde outubro do ano passado está em contato com o Federal Reserve americano e com reguladores suíços para tratar das contingências envolvendo o Credit Suisse.
Imagem: Reprodução / Bank of England
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