Uma nota técnica desenvolvida por um importante banco internacional propõe um novo modelo para o principal programa social do país, o Bolsa Família. Logo, isso passaria pela extinção do valor mínimo de R$ 600, oferecido aos beneficiários atualmente.
Grande banco propõe fim do valor mínimo de R$ 600 do Bolsa Família
Uma grande instituição internacional elaborou um redesenho do modelo atual do Bolsa Família. Saiba mais informações!
O Banco Mundial é o responsável pela nota técnica em questão, obtida de forma antecipada pela Folha de São Paulo. Saiba mais sobre a proposta dessa instituição financeira sobre o programa social a seguir.
Banco Mundial propõe mudanças ao Bolsa Família

As simulações desenvolvidas pelos especialistas do banco internacional redesenham o programa da seguinte forma: por membro da família, paga-se R$ 150. Caso haja crianças ou jovens de até 18 anos, paga-se mais R$ 150.
De acordo com o Banco Mundial, essa seria a forma mais equitativa de distribuição de renda. Logo, ao longo dos anos, o custo do Governo Federal com o Bolsa Família diminuiria. Com isso, os especialistas propõem o fim do valor mínimo de R$ 600.
Como acabar com esse valor pode gerar embaraços políticos em relação ao governo, o banco prevê uma fase de transição, para que as famílias não percam seus benefícios de forma repentina. O tema já passa por discussões no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, responsável pelo Bolsa Família.
Veja também:
Prévia da inflação registra aumento de 0,35% em setembro; veja os principais impactos
Como é o desenho atual do programa social?
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Atualmente, cada membro da família recebe R$ 142. Logo, se a soma não atingir o valor mínimo, usa-se o Benefício Complementar para atingir os R$ 600. Ainda, se a composição familiar tiver crianças de 0 a 6 anos, paga-se o Benefício Primeira Infância, no valor de R$ 150.
Por fim, a presença de gestantes, crianças e adolescentes no núcleo familiar garante um adicional de R$ 50 através do Benefício Variável Familiar. Desse modo, a proposta do Banco Mundial visa remodelar a forma de repasse desses valores aos beneficiários.
Imagem: rafapress / shutterstock.com
Pode ser do seu interesse:
