Recentemente, a distribuidora de remédios Dissim, da rede de farmácias Poupafarma, passou por uma demissão em massa que desligou 80 funcionários da empresa. Após ter as atividades suspensas, a companhia entrou com pedido de falência.
Grande distribuidora de remédios declara falência
Após demissão em massa, distribuidora de remédios declara falência e fecha suas unidades. Entenda a situação!
A rede de farmácias que atua no Litoral de São Paulo já havia, na primeira quinzena do mês, tentado um processo de reestruturação da empresa. Atualmente, as unidades permanecem fechadas com aviso de que as atividades devem ser retomadas em breve.
Distribuidora da Poupafarma entra com pedido de falência
No início deste mês de fevereiro, a Dissim acionou a justiça para solicitar falência. O requerimento foi feito na 1ª Vara de Praia Grande (SP). A situação resultou no fechamento temporário das unidades da Poupafarma.
Os problemas enfrentados pela distribuidora de medicamentos não são recentes. A empresa já sofria com o desabastecimento de mercadoria diante da falta de crédito com fornecedores. Em dezembro de 2022, a transportadora que prestava serviço para a distribuidora encerrou suas operações devido à falta de pagamento.
Funcionários aguardam salário
A empresa que declara falência pertence ao grupo InvestFarma. De acordo com o Panorama Farmacêutico, o grupo detentor da Poupafarma emitiu um comunicado em que destaca os esforços para a realização dos pagamentos dos colaboradores desligados.
“Apesar das buscas incessantes por recursos e de todos os esforços realizados pelos acionistas e diretoria, não foi possível realizar o pagamento dos salários no quinto dia útil de fevereiro, assim como o restante do adiantamento referente a 20 de janeiro”.
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Segundo os funcionários demitidos no desligamento em massa, a distribuidora de medicamentos deu a carta de dispensa sem definir ou abordar os pagamentos do mês de fevereiro referentes a salários e benefícios.
O departamento de Recursos Humanos da distribuidora de medicamentos em processo de falência informou que o agendamento para o exame de rescisão deve ser feito dentro de 10 dias. Apesar disso, os trabalhadores acionaram o Sindicato dos Práticos de Farmácia e do Empregados no Comércio de Drogas, Medicamentos e Produtos Farmacêuticos de Santos e Região (Sinprafarmas) para a realização da rescisão indireta.
Imagem: Natali Mis/ Shutterstock
