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Grande empresa demite 7 mil funcionários: e agora?

Uma grande empresa deve demitir cerca de 3% dos funcionários; veja qual é a companhia e entenda melhor as demissões.

Beatriz CapiraziPor Beatriz Capirazi2 min de leitura
Carteira de Trabalho e caneta sobre superfície de uma papelão, onde se lê a palavra "demissão"

Uma das maiores empresas do mundo surpreendeu a todos ao anunciar a demissão de sete mil funcionários nesta semana. A intenção é controlar os custos que eles tinham com estes colaboradores.

A empresa em questão é a Disney, considerada uma das corporações mais conhecidas do mundo por todo o apelo infantil que possui. No entanto, mesmo que o número de demitidos seja surpreendente, o desligamento em massa já era aguardado pela mídia.

Qual a explicação para tantas demissões?

Ao anunciar as dispensas, representantes da Disney destacaram que, além de reduzir custos, a iniciativa de desligar estes sete mil colaboradores também terá como foco central a ideia de reformular a marca em torno da criatividade. 

Representantes da empresa destacam que, com a redução de custos, a Disney conseguirá aumentar os seus lucros, principalmente referentes ao streaming. Eles ainda defendem que, com os cortes, conseguirão se posicionar para enfrentar mudanças que possam acontecer no futuro.

Demissão já era esperada

Em fevereiro deste ano, o CEO da Disney, Bob Iger, já havia anunciado que cortaria 3% da força de trabalho da empresa para reduzir os custos. As principais áreas que serão afetadas são:

  • Disney Entertainment;
  • Disney Parks;
  • Experiences and Products.

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Além disso, a expectativa é que a área corporativa da empresa também seja afetada. No entanto, um dos principais braços da Disney, a ESPN, não deve ser atingida, mantendo o seu quadro de funcionários no setor esportivo.

Ainda explicando a motivação de tantas demissões como corte de custos, o CEO destacou que todos os funcionários que serão desligados já foram avisados anteriormente e que a primeira leva de dispensas deve ter início nos próximos meses. Nesse sentido, isso possibilitará que a empresa consiga seguir os novos planos idealizados o quanto antes.

Imagem: Gabriel_Ramos/shutterstock.com

Beatriz Capirazi

Autor

Beatriz Capirazi

Jornalista especializada em Jornalismo Econômico pela Fundação Getúlio Vargas/Estadão com interesse em Economia, Política e Direitos Humanos. Autora do livro “Vidas Sucateadas — um olhar sobre a devolução de crianças adotadas”.

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