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Gravadora de Taylor Swift e Billie Eilish fará centenas de demissões este ano, revela site

Especulação: maior grupo de gravadoras do mundo prepara-se para demissões em massa. Saiba mais sobre o assunto!

Em relatório divulgado ao mercado, a Universal Music Group (UMG), maior grupo de gravadoras e artistas do mundo, planeja centenas de demissões para o primeiro trimestre de 2024.

Os cortes devem atingir principalmente a divisão de gravação de músicas. A notícia impactou o meio musical, uma vez que a empresa abriga astros de grande renome, como Taylor Swift, Billie Eilish, Elton John, U2 e Drake.

Gravadora UMG fará centenas de demissões em 2024

Taylor Swift com as duas mãos no cabelo enquanto canta em show
Imagem: A.PAES / Shutterstock.com

Segundo apurações da Bloomberg, a gigante da música, que em 2022 possuía aproximadamente 10 mil funcionários, vem amargando uma queda significativa em suas vendas. Isso porque o esperado crescimento de receitas para o quarto trimestre de 2023 não se materializou.

Os resultados financeiros do terceiro trimestre revelaram um crescimento modesto de apenas 3%. Além da retração no mercado, a Universal Music Group tem enfrentando o desafio de combater atividades ilícitas que prejudicam seu faturamento.

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Em resumo, falsificações geradas por Inteligência Artificial e o uso de bots têm desviado os royalties devidos aos artistas da gravadora.

Ajustes para novos investimentos

Em teleconferência realizada em outubro de 2023 para a apresentação dos resultados da empresa, Sir Lucian Grainge, CEO da UMG, afirmou que a medida de cortes é parte de um plano maior.

“Temos experiência em administrar o negócio, em gerenciar as equipes e as empresas que compõe o grupo, e temos um plano”, declarou Grainge.

O executivo ainda revela que a empresa pretende cortar despesas gerais a fim de direcionar investimentos para outras áreas pertinentes ao crescimento.

Rumo da companhia

Ainda segundo Grainge, o foco da empresa está voltado à inovação e ao investimento em novas tecnologias para fortalecer sua posição no mercado, além de combater ações que prejudicam os rendimentos de seus artistas.

Embora tenha exposto planos de cortes, a Universal Music não detalhou em seu relatório quais setores ou regiões serão mais afetados. A empresa, que possui operações em mais de 60 países, disse que está fazendo o possível para minimizar o impacto sobre seus funcionários.

Fica evidente, portanto, que o mercado musical passa por mudanças significativas e o maior conglomerado de artistas e gravadoras do mundo parece estar tomando medidas estratégicas para se adaptar a este novo cenário.

Imagem: A.PAES / Shutterstock.com