Os golpistas estão sempre renovando suas formas de cometer crimes. Dessa vez, um homem foi flagrado “pescando” dinheiro em um caixa eletrônico, na zona Leste de São Paulo.
A 2ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) descobriu a tática e prendeu o homem em flagrante. O criminoso já possui 14 passagens pela polícia.
Entenda o crime de “pescar” dinheiro
No último sábado, 27, um homem foi preso em flagrante na zona Leste da cidade de São Paulo por estar “pescando” dinheiro. O golpe consiste na instalação de um dispositivo eletrônico que dá acesso às notas que ficam retidas nos caixas.
Ademais, no momento do flagrante, o criminoso também estava com uma chave de fenda, uma tesoura e a quantia de R$1.821. Além disso, os agentes da 2ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) encontraram o dispositivo em mais três caixas eletrônicos de uma agência do Banco do Brasil.
O criminoso vai responder pelo crime de furto qualificado, ou seja, em que a pena é mais grave devido às condições que o ato foi praticado. Porém, esse não é seu primeiro delito, uma vez que, conforme a DIG, o homem já tem outras 14 passagens pela polícia, sendo que 11 são por furto, 2 por estelionato e 1 por associação criminosa.
Caixas eletrônicos são alvos de bandidos
Além da prática da “pescaria”, os caixas eletrônicos também são alvo de outra ação dos criminosos. Em abril, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão de um grupo de criminosos que roubava os envelopes com dinheiro destinados a depósito em caixas eletrônicos, em Minas Gerais.
De acordo com a polícia, o grupo estaria envolvido em pelo menos 35 ocorrências. Eles foram flagrados por câmeras de segurança de agências bancárias em cidades do Espírito Santo e também do Rio de Janeiro. Segundo as investigações, os criminosos “pescavam” os envelopes de dentro dos caixas em agências da Caixa Econômica Federal.
Caso haja a condenação do grupo, seus integrantes poderão pegar até 11 anos de prisão pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa. Em comunicado divulgado na época da operação da PF, a Caixa mencionou que colabora com as investigações repassando todas as informações às autoridades competentes.
Imagem: Inked Pixels / shutterstock.com
