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Imóveis mais caros: confira as cidades com o m² mais caro do Brasil

Os preços dos imóveis no Brasil subiram 5,76% em 1 ano! Descubra as cidades com o m² mais caro e as tendências para o mercado imobiliário

O mercado imobiliário brasileiro segue em alta, com preços dos imóveis registrando um aumento significativo no último ano. De acordo com o Índice FipeZap, que acompanha os preços de venda de apartamentos novos e usados em 50 cidades do país, o valor médio do metro quadrado subiu 5,76% entre abril de 2023 e abril de 2024.

Assim, especialistas preveem que o mercado imobiliário brasileiro deve continuar crescendo em 2024, mas a um ritmo mais moderado do que em 2023. No entanto, a alta dos preços dos imóveis pode desacelerar devido ao aumento da taxa Selic e à inflação.

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Maiores aumentos por região

Portanto, segundo o Zap, aumento nos preços dos imóveis foi mais expressivo em algumas regiões do país:

  • Região Centro-Oeste: destaque para Goiânia (13,45%);
  • Região Nordeste: Maceió liderando a alta (14,58%);
  • Região Sul: Curitiba se destacando mais uma vez (12,50%);
  • Região Norte: Manaus registrando o maior índice (8,57%);
  • Região Sudeste: Rio de Janeiro (6,02%) e São Paulo (5,43%) entre as capitais com maior valorização.
homem segura miniaturas de imóvel e um porquinho de dinheiro
Imagem: Burdun Iliya / shutterstock.com

Cidades com o m² mais caro

Além disso, o levantamento do FipeZap também revela as cidades com o metro quadrado mais caro do país:

  • Balneário Camboriú (SC): R$ 12.993;
  • Itapema (SC): R$ 12.806;
  • Vitória (ES): R$ 11.206;
  • Florianópolis (SC): R$ 11.144;
  • Itajaí (SC): R$ 10.984;
  • São Paulo (SP): R$ 10.858;
  • Barueri (SP): R$ 10.150;
  • Rio de Janeiro (RJ): R$ 10.048;
  • Curitiba (PR): R$ 9.663;
  • Brasília (DF): R$ 9.133.

Enfim, diversos fatores contribuem para o aumento dos preços dos imóveis no Brasil:

  • Aumento da demanda: a busca por imóveis continua aquecida, impulsionada por fatores como crescimento da população, migração para as cidades e busca por segurança;
  • Oferta limitada: a oferta de imóveis novos ainda não acompanha a demanda, o que contribui para a pressão sobre os preços;
  • Juros baixos: a taxa Selic, que influencia o custo do crédito imobiliário, permanece em um patamar baixo, facilitando o acesso à compra de imóveis;
  • Investimento: imóveis continuam a ser considerados uma boa opção de investimento, atraindo capital para o mercado.

Imagem: Burdun Iliya / shutterstock.com