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INSS: ainda é obrigatório fazer a prova de vida? Confira

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Com a digitalização dos serviços do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), os segurados não têm mais a necessidade de realizar a atualização anual de seus cadastros. O procedimento de prova de vida agora é efetuado automaticamente pelo instituto, contudo, o órgão pode exigir a participação do cidadão.

A prova de vida continua sendo realizada anualmente, mas a novidade é que a responsabilidade em comprovar que o segurado continua vivo agora é do governo federal. Ou seja, o aposentado ou pensionista do INSS não necessita mais se deslocar até uma agência bancária para efetuar o procedimento através da apresentação de documentos.

Prova de vida automática

“A partir de hoje, o cidadão não precisa mais se preocupar com a prova de vida. O procedimento será de responsabilidade do INSS. É uma união de todos pelo Brasil”, explicou José Carlos Oliveira, presidente do instituto.

Em geral, para fazer o registro da prova de vida, o INSS usará sua base de dados virtual, vinculada às demais plataformas do governo federal. Para isso, serão consultados documentos do CadÚnico, extratos bancários, carteira de vacinação, entre outros, que possibilitaram comprovar que o segurado está vivo.

“Essa é uma iniciativa histórica para o INSS. Antes o cidadão precisava comparecer presencialmente mesmo diante de dificuldades pessoais, de saúde, climáticas, ou distância da sua residência”, destacou Oliveira.

“É um ganho para você brasileiro, para o INSS, para o Governo Federal, para a economia do País. Garantia de que o benefício será pago somente a quem tem direito”, acrescentou o presidente do órgão.

Como o governo irá comprovar se o beneficiário do INSS está vivo?

O INSS irá realizar a comprovação de vida através das seguintes ações do beneficiário:

  • se tirar ou renovar o passaporte;
  • se tirar carteira de identidade ou renovar o documento;
  • se votar;
  • se fizer transferência de veículo;
  • se fizer empréstimo consignado;
  • emitir ou renovar de carteira de motorista;
  • se vacinar;
  • se passar por consultas no SUS.

Dessa forma, essas ações do beneficiário do INSS serão usadas como prova de vida.

O presidente do INSS afirmou que o governo federal buscará também dados em bases de informações dos governos estaduais e municipais, além de entidades privadas, que ainda está em negociação.

Oliveira ainda acrescentou que o segurado não precisará mais sair de sua casa, pois será realizada parceria para que seja realizada a captura biométrica na residência do beneficiário.

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